Algumas coisas no guia do ar

Guia do hacker. Talvéz seja a área mais cobiçada no mundo hacker. A área de invasões foi aqui a fama do nome hacker se criou. Traduzindo para o português pentest significa 'Teste de penetração'. Mas não é essa penetração aí que você tá pensando não, safadinho... Penetração nesse caso se refere à intrusão em um sistema. Internet das Coisas é uma tradução do termo da língua inglesa Internet of Things. Você também pode ver o conceito referido pela sigla IoT . A ideia de conectar objetos à internet já existia há mais tempo (no tópico seguinte, falaremos mais sobre isso), mas o termo Internet das Coisas surgiu em 1999 , proposto pelo britânico Kevin ... Eu realmente me surpreendi em como aplicar algumas coisas simples podem mudar totalmente aquilo que estava dando tão errado e me deixando tão pra baixo e envergonhado! Depois que comecei a aplicar todas técnicas e métodos que aprendi tudo tem mudado! ... Este guia pode sair do ar a qualquer momento, ... Caso contrário, fique a vontade pra sugerir coisas no guia original. Superstar Essa conquista pode ser feita em qualquer lugar que tenha um poste de CheckPoint, inclusive no começo do Ato 1 de Green Hill Zone, tudo que você precisa fazer é passar com bastante velocidade pelo poste, fazendo com que ele gire 10 vezes. hábitos sexuais também contribuem para cortar o clima. E por quê não misturar sexo com um simples hábito corriqueiro e apimentar as coisas, como tomar banho? Contudo, a prática precisa de certos cuidados e ajustes. Confira algumas dicas para fazer do sexo no chuveiro uma experiência incrível: Educadora sexual, Karol Rabelo aponta que uma das principais dificuldades do sexo no chuveiro ... O guia definitivo sobre o Medium. ... Antes de colocar sua postagem no ar, ainda há algumas opções. ... Abaixo listamos algumas coisas para levar em consideração ao decidir se aceita ou não ... Saudações, pessoal! Depois de um tempo sem escrever nada venho aqui novamente expor um pouco das minhas ideias. Como de costume procurarei ser breve no texto, para ser fácil e confortável a leitura. Há muito tempo eu procurava um tema que gerasse a motivação necessária e, como diz o ditado: 'quem… Guia do Novato. Aqui os novos no RPG poderão aprender e começar a se aventurar no mundo de Avatar. ... No RPG temos algumas regras. Essas são: ... você deve estar falando com o seu personagem ou fazendo ações, descrevendo e fazendo coisas com ele, ou seja, tudo que escrever em ON, será a fala do seu personagem ou suas ações. Saiba que para nós, não existe nada mais importante do que um usuário feliz. Gostaríamos então de lhe fazer um pedido, mas antes disso, queremos explicar algumas coisas: O Orelha de Livro é um projeto sem fins lucrativos mantido pelo MuccaShop, mas que precisa de dinheiro para continuar ativo. Para o guia do campista, aquilo que levas vai acabar por determinar o tipo de viagem que fazes e não há certo ou errado. No entanto, para além de abrigo e agasalho, há algumas coisas que proporcionam uma experiência mais suave. Leva um isqueiro ou fósforos para acender o fogão ou fogueira para não perderes o teu café da manhã.

Capítulo 4 Chegada na floresta

2020.09.24 05:04 DrackNael Capítulo 4 Chegada na floresta

Chegada na floresta
Cerca de algumas horas depois Drack chega na margem do lago, ao lado de uma grande floresta. O rapaz senti uma sensação estranha, como algo pesado no ar, uma energia estranha e pesada vem da floresta.
- Você sente isso Dragoon ?-, pergunta Drack.
- Sim, tem uma energia escura vindo da floresta. -, completa Dragoon.
Então o rapaz adentra a floresta seguindo o seu instinto, atrás do rastro daquela energia pesada, alguém poderia estar machucado, ou em perigo.
-Selvagens malditos, devíamos mandar todos os nossos homens atacarem aquele pulgueiro que eles chamam de aldeia -, diz um dos mercenarios.
É quando Drack vê por de trás de uma das árvores, em uma clareira uma cena que ele não esperava ver na sua primeira vez vendo o mundo que ele tanto ansiava por explorar. Cerca de 12 jovens, de pele um pouco mais avermelhada do que a sua e parecendo ter um pouco mais do que sua idade, todos mortos, alguns desmembrados outros decapitados, uma cena horrível para o que parecia ser um pequeno conflito. Ele vê também cerca de 10 homens, dessa vez da mesma cor que ele, todos usando armaduras leves, com elmos de ferro, espadas e adagas, alguns vasculhavam os corpos e 3 estavam parados de pé em volta de um homem gravemente ferido que parece ser o único sobrevivente do grupo morto.
-Vejam todos, o famoso Lobo Marrom, o valoroso guerreiro navajo, sabe estou meio decepcionado -. Provoca o homem, - esperava que você pelo menos pudesse se transformar em um lobo de verdade-. Termina o homem, enquanto alguns riem do jovem rapaz caído.
Quando de repente guiado por um senso de justiça ou de ter que fazer algo perante aquela cena horrível, pois o jovem sabia que aquilo não era certo. Drack salta de trás das árvores, avançando rapidamente na direção de um dos homens que estava mais próximo. Seria sua primeira luta, ele não sabia muito bem o que fazer, mas instinto é instinto. Os homens viram assustados, vendo alguém partir por detrás das árvores em tamanha velocidade.
- Cuidado!!! -, grita um dos homens.
Mas o aviso chega tarde ao primeiro alvo de Drack. Drack acerta o homem que estava agachado revirando um dos corpos, a toda velocidade um soco lindo, bem-dado bem do lado de sua cabeça, um som estrondoso do punho se chocando com o elmo de ferro e depois com a cabeça do homem, fazendo o homem voar cerca de uns 12 metros longe, caindo já sem vida devido a violência do golpe. Quando Drack tem noção das reais dimensões do seu poder, pois ele nunca havia usado toda sua força para nada, porque os dias no mosteiro eram resumidos em meditar e estudar.
-MATEM ELE - , gritam alguns homens.
O primeiro saca sua espada e vem em guarda na direção do rapaz, ele não aparentava ser nenhum amador, esses homens sem dúvida sabiam lutar, mas Drack já estava tomando gosto do combate e toda sua energia estava fluindo pelo seu corpo, uma extase, ele queria lutar, ele ansiava por lutar, e lutou.
O homem parte pra cima de Drack e o golpeia firmemente de cima pra baixo, era forte e firme, mas não era rápido, Drack esquiva pra sua esquerda, onde vê uma adaga na bainha do cinto do mercenario, com um movimento rápido o garoto segura o braço da espada do homem e com a outra mão saca rapidamente a adaga da cintura do mercenario, e com um movimento rápido a crava no pescoço do homem, já a retirando rapidamente, enquanto o homem cai ajoelhado, levando as mãos na ferida do seu pescoço jorrando sangue enquanto agoniza caindo no chão. Mas não era momento de se espantar com o que tinha feito, pois esse era o mundo que ele fazia parte agora, o mundo do qual os monges se isolaram, agora o jovem sabendo o por que, não era um lugar muito gentil. Mas não era momento de se pegar pensando em coisas sem sentido, e sim de reagir, pois, logo a frente, dois homens partiam em sua direção, com um movimento intuitivo Drack arremessa a adaga no homem da esquerda que o acerta bem no pescoço, enquanto o outro vem com a espada apontada na sua direção pronto para estoca-lo na altura da cintura, Drack esquiva pra direita, fazendo a lamina passar perto do lado esquerdo da sua barriga, sem dúvidas seria um golpe fatal, Drack agarra o cabo da espada junto às duas mãos do homem, que tenta puxa-la, mas nada acontece, a espada nem se move, é quando Drack vê o quão superior ele é dos seus oponentes, mesmo sendo tão jovem e seus inimigos aparentando ter uns anos nas costas. Então com um movimento firme Drack da uma cabeçada bem no meio do nariz do soldado, por um instante ele até ouve os ossos do nariz do homem se quebrando em vários pedaços devido a violência do golpe, o homem cai ajoelhado levando a mão no rosto completamente atordoado enquanto senti o sangue jorrar do seu rosto.
-Menos 4 -, pensa Drack.
-Continue assim Drack -, diz Dragoon, - tenta usar sua energia através da espada Drack -, completa ela.
Era o instinto de ambos, o calor do seu corpo começa a aumentar, a êxtase da batalha, era como se tivesse feito isso a vida toda, pois não tinha medo nem temor, parecia que ele havia nascido para isso. Então ele sente sua energia transbordar através do seu corpo que ele sente se estender até a espada em sua mão, como se ela fizesse parte do seu corpo agora, então o jovem toma uma postura com a espada meio arqueada pela direita e como algo instintivo com um movimento horizontal ele diz…
-Slicer -.
E uma tremenda onda de energia em forma de lâmina é disparada da espada com seu movimento, partindo os 6 homens que faltavam no meio e levando varias arvores no processo.
O jovem havia aprendido a usar sua energia com sucesso em uma luta, só faltava aprender a administrar a força.
Drack vai em direção ao homem que estava deitado ferido diante dos mercenarios, ao qual os homens chamaram de Lobo Marrom.
-Você esta bem? -, Pergunta Drack meio aflito, esperando que depois de tanto sangue derramado, pudesse agora salvar alguém.
- Whoa! Você derrotou todos os cães brancos com apenas um golpe, talvez o Grande Espirito tenha mandado você para vingar meus irmãos mortos -. Fala o homem com a voz fraca, aparentemente ele havia perdido muito sangue, mas o corte no seu estomago não era profundo.
Mas para sua sorte isso era algo que fora ensinado a Drack no mosteiro, a arte de cuidar de feridos e necessitados, uma das poucas coisas ensinadas pelos monges que ele poderia usar fora dos muros do mosteiro, principalmente a arte de curar através da energia, quando aplicada corretamente podia parar sangramentos, curar ferimentos e acelerar no processo de cicatrização, haviam também magias de curas chamadas de magias brancas, mas essas não lhe foram ensinadas.
Então Drack concentra sua energia nas mãos chegando até as palmas as colocando no ferimento que fazem com que quase imediatamente o ferimento do homem pare de sangrar.
- Whoa! Você também é um shaman? -, pergunta o homem meio chocado com o que acabara de ver, pois, ele já havia visto o curandeiro da sua aldeia curar alguém antes, mas sempre requeria algumas ervas e algumas palavras ditas ao Grande Espirito que concedesse seu poder para curar o enfermo.
-O quê? Não, não, sou apenas alguém que segue seus instintos e que usa alguma coisa aprendida em um mosteiro -. Brinca Drack enquanto passa uma faixa no ferimento do homem. Tentando pensar em tudo que acabara de acontecer, ontem ele estava rezando em uma capela fria, hoje já tinha matado 10 homens e agora estava curando alguém, sem dúvidas não era o início que ele tinha imaginado.
-Sem dúvidas um começo de aventura bem agitado Dragoon - , Fala Drack em pensamento com Dragoon.
-Bom trabalho! -, Exclama ela
- Preciso voltar com os corpos dos meus irmãos para a minha aldeia! -, fala o homem tentando se levantar, mas já parando para se apoiar sentando na encosta de uma árvore , levando as mãos ao ferimento.
-Parei o sangramento, mas não curei o ferimento -, Diz Drack com um tom calmo, pois viu que o homem estava inquieto. -Colocarei os corpos dos seus amigos nos cavalos e depois farei um travois pra ti, pois se você cavalgar o ferimento vai abrir - , continua Drack.
-Se o ferimento abrir eu aguento! -, diz Lobo Marrom com ar de orgulho.
- Certo certo, fica quieto aqui vo faze isso tudo e já volto - , diz Drack se afastando pra ir juntar alguns galhos para fazer o travois pro homem, era a primeira vez que ele ia fazer um ele fora ensinado pelo irmão Sareño em uma das aulas de primeiro socorro, mas na teoria era uma coisa na prática outra.
1 Hora depois Drack volta com os corpos dos companheiros de Lobo Marrom debruçados sobre seus cavalos e um travois atrelado a um dos cavalos.
- Vamos? -, pergunta Drack.
O homem se levanta com um pouco de dificuldade com a mão no ferimento, olhando para seus companheiros diz…
-Que os meus irmãos cavalguem livres pelos campos de caça - , diz o homem enquanto caminha com dificuldade para se deitar no travois.
-Campos de caça? -, pergunta Drack que estava a horas curioso para fazer muitas perguntas ao homem de pele avermelhada.
- Sim, é para onde meu povo vai quando deixa esse mundo, manitu guia seus espíritos para as padarias onde eles cavalgam livres pela eternidade -. Diz o homem enquanto se ajeita.
-Interessante -. Responde Drack com ar de conversa loca, pois haviam lhe ensinado no mosteiro que quando se morria a deusa da benevolência Beneveth levava suas almas para seus braços onde as almas descansavam para sempre.
-Esqueço que seu povo não acredita no que não entende -. Diz o homem que havia sentido o tom de Drack.
-Não é isso, me desculpe -. Continua Drack. - é que eu fui criado ensinado de outra forma, não conheço muito desse mundo, não quis ofender -.
-Então onde você mora? Fica muito longe? -. Pergunta Drack já querendo mudar de assunto.
-Minha aldeia fica à 2 horas de cavalgada a noroeste daqui-. Diz Lobo Marrom.
-Como é seu povo? -. Pergunta Drack.
-Faço parte da tribo dos navajos do chefe Nuvem Branca -. Responde o homem. -Fui tolo em desobedecer suas ordens de evitar conflito com os cães brancos, isso custou a vida de meus irmãos e quase a minha, sou uma vergonha para minha aldeia e meu povo -. Diz o homem completamente inconsolável.
-Sinto muito, talvez se eu tivesse chegado mais cedo pudesse ajudar mais -. Diz Drack tentando ser solidario, mas, no fundo sabendo que bem ou mal a culpa era mesmo de Lobo Marrom.
Nisso, no palácio real em Camelot
- Alteza temos que ir à comitiva está pronta! -. Diz um homem grisalho usando uma túnica cinza com um cinto de couro e uma bolsa amarrada nela e um cajado em uma mão com um cristal cinza na ponta que aparenta ter trovões presos dentro dele.
-Então vamos Merlin -. Diz o jovem de estatura comum para um adolescente, com seus cabelos castanho bem cortado, seus olhos da cor acinzentada realçavam sua afinidade com o elemento de raio, usando uma armadura dourada com adornos vermelhos, uma capa branca com detalhes vermelhos realçam a beleza de suas vestes.
-Quantos dias até a cidade de meu tio? -. Pergunta ele ao homem, enquanto se dirige para a enorme porta da sala do trono.
-7 Alteza, se tudo ocorrer bem é claro, Lancelot, Dagoneth e Simão irão nos acompanhar! -. Completa ele
- Certo! -. Encerra o rapaz.
De volta a floresta o pequeno cortejo fúnebre continua sua lenta marcha em direção a aldeia de Lobo Marrom.
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2020.09.23 20:35 Vedovati_Pisos Cascos dos suínos: porque é tão importante cuidar da saúde deles

Para ter o melhor desempenho na suinocultura, cuidar de cada detalhe dos animais é essencial. No entanto, os cascos dos suínos costumam ser negligenciados por muitos produtores.
Evidência disto é a alta prevalência de claudicação em matrizes suínas no Brasil. Claudicação é o termo técnico para denominar manqueira (1,2), algo próximo de 60%, quase três vezes maior que a prevalência de claudicação o mundial. (3-5)
Muitos criadores mal se dão conta de que os cascos dos suínos também precisam de cuidados e focam sua atenção em outras áreas como a alimentação e instalações gerais. O que está certo parcialmente, pois negligenciar os cuidados com os cascos é um grande erro e pode causar grandes prejuízos ao produtor e aos animais.

Prejuízos ao produtor

Financeiramente falando, os custos da claudicação na suinocultura estão associados ao incremento de trabalho, compra de produtos para o tratamento e diminuição na produção. Na Alemanha, Holanda e Estados Unidos se calcula que por cada matriz que claudica, as perdas são de € 37, € 25 e $ 180 respectivamente (3).
Associado aos custos produtivos, estudos indicam que matrizes que claudicam durante sua gestação possuem menor peso da leitegada ao desmame (6) e maior risco de esmagamento durante a maternidade (7).
Prejuízos aos animais: A saúde e bem-estar animal são comprometidas, já que a claudicação que é produto de mal cuidado dos cascos é uma condição extremamente dolorosa, interferindo no comportamento natural dos animais e ocasionando graves consequências na leitegada em termos de adaptação ao ambiente (8).
Neste artigo, você vai entender porque cuidar dos cascos dos suínos é tão importante.

Como os cascos dos suínos podem ser lesionados

Vamos começar a entender a importância de cuidar corretamente dos cascos das suas matrizes e dos reprodutores. Primeiramente, lesões e doenças de casco podem comprometer seriamente sua rentabilidade e você pode estar deixando de lado uma boa quantidade de dinheiro, pense nisso.
Existem diversos fatores que podem causar lesões e doenças nos cascos de matrizes e reprodutores suínos. Um desses fatores é a sua pisada em solos duros e ásperos, seguido dos fatores nutricionais e genéticos.
Um suíno reprodutor, seja macho ou fêmea, pesa entre 150 a 250 kg. A base de apoio do animal, superfície do pé e casco, é pequena. Mas pode suportar bem o peso do animal quando as condições internas e externas ao animal são adequadas.
No entanto, em pisos de cimento e concreto, muito comuns na maioria das granjas, o impacto da pisada do animal pode lesionar os cascos. Felizmente, o uso de estrados de borracha podem facilmente resolver esse problema.
Lesões de casco são classificadas dependendo da região afetada e sua gravidade: crescimento excessivo da unha, rachaduras no calcanhar e na muralha são algumas das mais prevalentes. (4)
Com o tempo, elas causam a claudicação no animal. O que prejudica não só a qualidade de vida e bem-estar do suíno, mas também os indicadores reprodutivos (3).

Como problemas nos cascos dos suínos podem afetar a reprodução de porcos

Matrizes e reprodutores (cachaços) com cascos lesionados tendem a ficar mais tempo deitados e sentados pela dor que gera. O que faz com que se movam menos para tomar água e se alimentarem, levando a redução do consumo de alimento e água.
Em machos reprodutores, a claudicação pode comprometer a colheita de sêmen. Dependendo da severidade da lesão, o animal pode não conseguir saltar no manequim, sendo necessário a medicação do animal.
O uso de anti-inflamatório em machos reprodutores, por exemplo, pode comprometer a qualidade do sêmen, diminuindo assim sua fertilidade.
Em leitoas e porcas, essa diminuição no consumo ocasiona perda de peso, mudanças no comportamento social. O risco de infecções urinárias aumenta, elas produzem menos leite e ficam mais sujeitas a problemas reprodutivos.
Dentre os problemas reprodutivos em matrizes se sabe que existe correlação entre problemas de casco e desempenho durante o parto, natimortos, mumificados, esmagados e nascidos vivos (3).
O esmagamento dos leitões ocorre com maior frequência por conta da maior dificuldade das matrizes em deitar. A extrema dor que a claudicação e as lesões produzem, altera o jeito e cuidado quando elas deitam. Sendo assim, a claudicação prejudica os animais e a produção do criador de modo geral.
Todos esses pontos mostram o quão prejudiciais podem ser as lesões nos cascos dos suínos para a produção.
Algumas medidas preventivas para garantir cascos dos suínos mais saudáveis, sadios e sem lesões
Agora você sabe como eventuais problemas nos cascos dos suínos podem causar prejuízos na criação, principalmente nas matrizes suínas e nos reprodutores. Entende também a importância de cuidar bem dos cascos para evitar tais prejuízos à saúde dos animais e financeiros na sua granja de criação de suínos.
Para te ajudar, separamos três medidas essenciais de prevenção que podem ser tomadas para diminuir e ou evitar claudicação na suinocultura.

Alimentação

A primeira delas diz respeito a alimentação dada aos suínos da granja. Ela precisa permitir que o animal tenha uma nutrição balanceada de vitaminas e minerais para que os cascos das matrizes e reprodutores se desenvolvam perfeitamente. Lembrando que as cada categoria possui necessidades diferentes de nutrientes.
Você pode aprender mais sobre manejo alimentar para suínos neste artigo.

Manejo

Dentro da suinocultura, o correto manejo de porcos reprodutores (cachaços) é de extrema importância para uma criação bem-sucedida. E sem ele é impossível que a granja consiga gerar os melhores resultados em produtividade.
Para se ter uma ideia, um macho deixa em média cerca de mil filhos ao longo de sua vida útil na granja. Porém, qualquer problema no manejo dos reprodutores pode causar perdas na produtividade.
O devido cuidado com o manejo dos suínos também é importante. Produtores e criadores precisam dar especial atenção ao casqueamento (apara de cascos) correto e ao manejo adequado de lotes. Sempre respeitando a densidade certa de animais por baia para evitar problemas nos cascos.
Ainda sobre os cuidados e prevenção com os cascos é importante garantir o piso adequado para os animais. Para suínos, assim como outros animais, estudos comprovam que pisos de borracha são a melhor opção para preservação de cascos.

Piso para suínos adequado

Pisos muito duros como os de concreto, além de pisos porosos, ripados e irregulares podem causar rachaduras ou lesões maiores nos cascos dos suínos (9). Isso ocorre por conta da abrasão do piso de concreto contra o casco e porque quando se tem unhas crescidas estas podem ficar presas nas ripas.
Pisos assim também favorecem uma maior umidade do ambiente, porque não são capazes de escoar a urina. O que promove a proliferação de bactérias, mantém os cascos úmidos e amolecidos, aumentando a probabilidade de infeções e claudicação, gerando dor nos animais.
De acordo com a Ageitec – Agência Embrapa de Informação Tecnológica, um macho reprodutor é colocado na granja para reprodução aos 8 meses em média, e fica por lá até os 2 anos e meio.
Já uma matriz é posta com 210 dias (7 meses) para reprodução e se mantém fértil de 10 até 12 anos. Tanto tempo assim em pisos e solos duros e ásperos consequentemente vai causar abrasão e problemas nos cascos.
Um melhor material para o piso de baias e demais locais de criação de suínos é o estrado de borracha Vedovati(10).
Também conhecido por piso emborrachado, ele é muito usado por suinocultores preocupados com a saúde e bem-estar dos animais. São extremamente duráveis e são praticamente indestrutíveis.
Esse tipo de piso de borracha não é abrasivo, amortece mais o peso do animal nos cascos por ser macio e flexível, além de possuir efeito antiderrapante, deixando os suínos mais confortáveis e seguros ao caminhar ou deitar.
Além disso, o estrado de borracha na versão com furos possibilita o escoamento automático da urina dos animais, que podem ser facilmente limpas. Com o piso de borracha os suínos da criação estão livres de umidade que pode causar danos aos cascos.
Mais coisas que você precisa conhecer sobre os pisos de borracha Vedovati
O estrado de borracha Vedovati ainda possui algumas vantagens exclusivas que só um estrado de borracha garante.
A primeira dessas é que ele não causa alergias ou doenças respiratórias nos animais. O que é diferente de muitos pisos como o de areia, maravalha e serragem, cujos componentes podem ser inalados pelos suínos e desencadear alergias e problemas respiratórios.
Além disso, os estrados de borracha Vedovati garantem uma temperatura do solo sempre agradável para o animal. O que elimina a chance de stress causado por calor ou frio excessivo no solo.
Abaixo, você pode conferir um depoimento de um de nossos clientes, autoridade unânime no setor de criação de suínos.
“Nós tivemos uma excelente experiência com a utilização dos pisos de borracha Vedovati para fêmeas suínas em gestação.
Os pisos se mostraram de uma “robustez” impressionante, permanecendo perfeitos após mais de 12 meses de uso.
Eu trabalhei desenvolvendo sistemas com baias coletivas para fêmeas suínas e tenho convicção que um dos fatores limitantes são problemas do aparelho locomotor, muitos causados por pisos inadequados. Temos um enorme interesse em instalar as instalações de alimentação computadorizada para suínos, no Campus Fernando Costa, com pisos Vedovati.
Professor Dr. Adroaldo J. Zanella”
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Conclusão
Agora você está por dentro da importância de preservar a saúde dos cascos dos porcos e leitoas da sua criação.
Aprendeu também algumas medidas preventivas essenciais para evitar problemas nos cascos dos animais. Como a necessidade e importância de ter estrados de borracha de qualidade nas baias.
Também está mais capacitado a cuidar melhor dos seus suínos, porém…
Se você sabe que ainda tem muito de prático a aprender sobre a suinocultura, então faça o seguinte.
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Referências

Sobestiansky J, Wentz I, Silveira PR de S da S, Munari J, de Freitas AR. Ocorrência e caracterização das lesões nos cascos de fêmeas suínas reprodutoras. Rev da Fac Med Veterinária e Zootec da Univ São Paulo. 1989;26(2):235–40.
Kramer T, Alberton GC. Prevalência de claudicação de porcas e condições das gaiolas de gestação em granjas no Sul e Sudeste do Brasil. In: VII Fórum Internacional de Suinocultura. 2014. p. 331–332.
Pluym LM, Van Nuffel A, Van Weyenberg S, Maes D. Prevalence of lameness and claw lesions during different stages in the reproductive cycle of sows and the impact on reproduction results. Animal. 2013;7(7):1174–81.
Pluym LM, Hoorebeke S Van, Lopez A, Jeroen R. Prevalence and risk factors of lameness and claw lesions in two types of group housing for pregnant sows. Vet Med (Praha). 2011;2011(3):2010.
Heinonen M, Oravainen J, Orro T, Seppa-Lassila L, Ala-Kurikka E, Virolainen J, et al. Lameness and fertility of sows and gilts in randomly selected loose-housed herds in Finland. Vet Rec. 2006;159(12):383–7.
Parada M, Bernardino T, Patricia T, Zanella A. Agression, vocalization and underweight in piglets born from gilts with lameness. In: Jensen MB, Herskin MS, Malmkvist J, editors. 51st Congress of the International Society for Applied Ethology: Understanding Animal Behaviour. Aarus – Denmark: Wageningen Academic Publishers; 2017. p. 226.
Bonde M, Rousing T, Henrik J, Tind J. Associations between lying-down behaviour problems and body condition , limb disorders and skin lesions of lactating sows housed in farrowing crates in commercial sow herds. 2004;87:179–87.
Parada M, Zanella AJ. Claudicação em fêmeas suínas gestantes: conceitos gerais e seu efeito na prole [Internet]. Vedovati Pisos, Blog. 2019. Available from: https://www.vedovatipisos.com.bnoticias-artigos/claudicacao-em-femeas-suinas-gestantes-conceitos-gerais-e-seu-efeito-na-prole/
Anil SS, Anil L, Deen J, Baidoo S, Walker R. Factors associated with claw lesions in gestating sows. J Swine Heal Prod. 2007;15(April):78–83.
Elmore MRP, Garner JP, Johnson AK, Richert BT, Pajor EA. A flooring comparison: The impact of rubber mats on the health, behavior, and welfare of group-housed sows at breeding. Appl Anim Behav Sci [Internet]. 2010 Feb;123(1–2):7–15.

https://www.vedovatipisos.com.bnoticias-artigos/cascos-dos-suinos/
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2020.09.18 10:52 TiaSayu Ajuda para aqueles que tem ansiedade...

Yo mina, Daijobu deska? *ೃ˚
Hoje falarei sobre um tema que me atormenta assim com muitas pessoas diariamente. Espero que esse texto ajude alguém que nessa pandemia, anda sofrendo com o dobro das reações desse distúrbio.
AVISO: Se caso você sofre com este problema e níveis descontrolados POR FAVOR, procure por profissionais para se auto-ajudar. Não tente sobre HIPÓTESE alguma tomar medicamentos por conta própria e nem usar métodos não convencionais. Sempre consulte o seu psiquiatra ou médico sobre suas dúvida, e se cuide da maneira correta.
Bilhetinho: Espero com que este texto seja fonte de muito apoio para aqueles que sofrem disto, um guia para aqueles que querem ajudar alguém que sofre. Espero que, de alguma maneira, posso ter sido útil na vida de alguém e ter alegrado o seu dia ♥
Vamos para o textinho︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶
Bom... Para aqueles que desconhecem a ansiedade é algo comum e todos estão sujeitos a senti-la. No entanto, a ansiedade é uma doença subjacente (Que não se manisfesta claramente) somente quando os sentimentos se tornam excessivos, obsessivos e interferirem na vida cotidiana da pessoa, em resumo: ''A Ansiedade é um termo geral para vários distúrbios que causam nervosismo, medo, apreensão e preocupação exagerada. ''
A ansiedade que estou citando é mais do que o comum do qual estamos habituados. Está além da empolgação de ir se apresentar em uma entrevista de emprego ou comparecer no primeiro encontro; Tal circunstância pode se agravar com traumas ou com problemas persistentes na vida de alguém, e os sintomas são duradouros e limitadores, o que atrapalham a vida desta pessoa.
Os principais sintomas que podem acontecer são:
Para ajudar ou se auto-ajudar, é necessário entender esses pontos e procurar conversar ou se entender. Procurar as fontes e raízes desta ansiedade e tentar muda-las para amenizar os efeitos. E é para isto que existem os profissionais e pessoas que podem te dar esse suporte durante uma crise.︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶ °・❀
Conselhos importantes:;
Para aqueles que querem ajudar alguém que sofre com isto, é necessário entender algumas coisas cruciais... E entender em si o que é a Ansiedade e os seus tipos.
1- A coisa mais importante é se ter PACIÊNCIA.~ A pessoa já está sofrendo com diversos pensamentos a mil por hora, mal conseguindo conter as próprias emoções e atos. Tenha cautela ao se referir e agir, qualquer erro pode dar a entender que a pessoa afetada só está incomodando e atrapalhando a vida dos outros (E vai por mim, isso vai piorar em 1000%)
Tente conversar, ajude-a se acalmar, converter os pensamentos negativos. Incentive fazer algo divertido ou diferente, algo que vá distrai-la e alegra-la. Dê amor, carinho e seja compreensivo. Evite Julgar, apontar erros e defeitos.

2- Seja compreensivo.~ Tenha em mente de que aquela pessoa que sofre de ansiedade, não tem controle sobre os próprios pensamentos e emoções. Evite fazer mistério e joguinhos de adivinhação, assim como botar medo ou pressão. Além de ser algo completamente irritante para qualquer um, para um ansioso ele ficará bem mal e aflito. Ex:;
'' Preciso te contar algo, mas só posso contar amanha'' ou ''Estamos atrasados. Se apresse!''
Faça isso e é uma noite que você rouba desta pessoa. Enquanto a você dorme tranquila, o ansioso fica acordado, pensando em tudo que é possível e o impossível para adivinhar o tema do assunto ou se cobrando por ter feito melhor.Então por favor, não faça estas brincadeiras de mal gosto, prometendo e adiando coisas, isso faz um mal que só o ansioso entende.Entenda que nossa cabeça funciona a mil por hora, diferente das demais pessoas:Ex:;
Pessoa normal: ''Ata certo, tenho que fazer isto e pronto..''
Ansioso: Tá eu tenho que fazer isso... Perai, será que eu desliguei o gás? ESSA NÃO, SE A CASA EXPLODIR VAI SER MINHA CULPA, PESSOAS VÃO MORRER E A CULPA SERÁ MINHA. Mas.... Será que eu tranquei a porta?... E SE ALGUÉM INVADIR MINHA CASA E FAZER TAL COISA.
(Vai por mim, isso não vai acabar tão cedo. Então por favor, tenha consciência)

3- NUNCA, SOBRE HIPÓTESE NENHUMA, JULGUE. EVITE TOTALMENTE DAR TRANCOS: Como dito, a sensação de estar incomodando é constante. Pensamos que a pessoa nos abandonará, ou que estamos fazendo mal a ela ou atrapalhando a vida dela, nos sentimos inferiores e sempre estamos nos menosprezando. Há casos que até mesmo, o ansioso termina um relacionamento bacana apenas por pensar que ele é incapaz, que o seu conjunge não o(a) suporta e nem gosta dele(a).
E realmente, há pessoas que julgam.Falam que somos muito complicados, que estamos fazendo drama ou teatro, nos evitam para não ter alguém ''enchendo o saco'', e que nos afastamos por ser pessoas ''falsas''. Houve até comentários na minha vida, de pessoas aconselharem a opção de término de um namoro, pois deduziam que a menina estava distante, que ela estava traindo e estava sendo seca de proposito.
NÃO! Nos isolamos e nos afastamos por achar exatamente que estamos fazendo algum tipo de male. Jamais julgue ou se deixe elevar por opiniões alheias. Tente conversar e entender, não vá se precipitando. No final, se caso isso tenha força, só sofreremos ainda mais.
4- Ouça mais e seja sincero: Se a pessoa finalmente conseguir desabafar, a escute até o fim. E se ela hesitar por medo ou insegurança, acalme-a e prossiga. Na maioria das vezes, elas só querem ser ouvidas e não receber conselhos (A não ser que ele(a) peça). E o mais importante, não finja falsa sinceridade, não dê essa expectativa falsa, além de ser uma ato bem babaca, isso só mostra que no fim, você não estava preocupado e nem interessado em ajudar de fato, que só fez por mera educação.
5- Convide-o(a) para dar uma volta: Se possível no momento, convide-o para uma volta. Caso a pessoa aceite, converse e tente distrai-la e acalma-la, fazer atividades talvez, fazer alguma coisa bacana. Gastar a energia em uma caminhada ajuda bastante (Bom, pelo o menos para mim ajuda)
6- NUNCA, JAMAIS OFEREÇA BEBIDAS ALCOÓLICAS: É serio, em crises a pessoa pode associar a bebida como um escape. AI meu filho, ficará difícil faze-la abandonar.
7- E por ultimo. Não diminua isto: Ansiedade é algo que precisa de atenção, assim como a depressão. É algo que afeta a vida de alguém de forma profunda, sendo motivo de vários suicídios e problemas graves nas famílias. Não a trate como algo banal e sem importância, é algo que precisa de atenção e empatia.
︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶ °・❀
Conselhos para aqueles que Tem a ansiedade e querem uma mãozinha para amenizar os efeitos ♥
1- Pratique alguma atividade física.Dança, artes marciais, ginastica... Qualquer coisa! Isso, além de dar uma animada e fazer bem para a saúde, ajuda a distrair a mente e ''descontar o estresse''. É um ótimo incentivo.
2- Meditação: Se é algo que me ajudou muito nas minhas crises, é a meditação. Ouvir uma musica calma, controlar a respiração, fechar os olhos e relaxar o corpo. É uma boa pedida e AJUDA muito numa crise.
3- Ouvir musicas favoritas: Como uma ansioso precisa descontar sua energia, desconte dançando ou curtindo uma musica de preferência. Isso ajuda e MUITO, nem que seja necessário repetir a musica diversas vezes ou cantar junto.
4- Mantenha uma alimentação top: Sim, até a comida influência. Evite comidas muito gordurosas em certos horários do dia. Os hormônios podem ser nossos inimigos após alimentação.
5- Desconte em seus Hobbies ou descubra novos Hobbies: Nada melhor do que fazer o que a gente gosta, nestes momentos o Faça! Isso pode ajudar durante uma crise e vai distrair sua mente para focar neste Hobby.
6- Pense ao contrario de tudo!: Se realmente está difícil de suportar a crise e nada está ajudando, Alimente boas sensações. De todos os pensamentos negativos converta para os bons. Ex:;
"'Droga eu teria conseguido se eu tivesse feito tal coisa... Não, eu dei o meu melhor e sei que estão orgulhosos de mim. Vou me esforçar mais para que na próxima eu não comenta o mesmo erro. ''
''Ain... Ela falou tão mal de mim... Por que? O que eu fiz?... Não! Há pessoas que me ama do jeitinho que eu sou, e se essas pessoas que são importantes para mim me amam pelo o que eu sou e amam minha aparência, então eu acredito nelas e que se dane o resto!.
Isso é psicológico, não e deixe levar pelos os próprios julgamentos e não se castigue! ♥
7- Procure se amar e se auto entender, reconheça que todos podem errar, e que errar não é algo ruim. Aprender com os erros é melhor do que aprender com os acertos. Se caso você errar com alguma coisa, não se abale! Se valorize e reconheça que você é incrível e que há pessoas que adoram o eu jeitinho.︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶ °・❀

Minha experiencia: Sofro de ansiedade, fruto por parte da minha mãe e traumas vindo da época do fundamental/colegial. Meus dias são difíceis e parecem somente piorar. Minha crises são graves e preciso de ajuda na maioria das vezes, tomo medicamentos para ajudar nos sintomas que, muitas vezes, funciona. O sentimento de angustia é algo que realmente machuca, algo que não me dá paz e me faz ter pânico quase por três dias inteiros.
Quando meu namorado está comigo, me ajudando e me dando suporte e amor é algo muito bom. Me sinto muito bem e sinto que melhoro e evoluo demais a cada crise, é importante entender a existência dessas pessoas na nossa vida e de como isso ajuda a evoluir nosso ser. Já fui muito julgada, abandonada, criticada e realmente, são coisas que apenas pioram minha vida. Mas sigo lutando e espero ajudar outras pessoas como eu o aquelas que tem a boa intenção de ajudar estas pessoas.
Enfim, espero que tenham gostado e ter realmente ajudado alguém ♥
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2020.09.10 16:10 henrylore Najiyu Ep 8 - A rainha dos gatinhos

**aparece um garotinho andando por aí se equilibrando em pedaços de madeira jogados na rua, pulando de pedrinha em pedrinha pra não pular nas frestas, um garoto normal andando pelo reino de catcastle
??: *comprando um sorvete de morango (é um garoto normal, de cabelo castanho, um colar com uma pedra de pingente, um amuleto)
*tomando o sorvete enquanto...
??²: *olhando pra ele escondido atrás de um telhado, olhando fixamente pra ele através das tendas de venda
hmm.....
*da pra reconhecer q é a mesma pessoa que tava no trem, roubando todo mundo, as orelhas de pelo cinza, os olhos azuis
*se esconde
...
**voltando...
Ne: nós precisamos falar com a rainha may
Hb: iiiii calma aí
a gente precisa conhecer vocês primeiro! já chegaram querendo entrar no castelo, não funciona assim aqui...
Ne: ...
H: *olha pra Nevaska e volta o olhar pra eles dois
tá, então vamos conhecer o reino inteiro?
Li: rapaz o reino inteiro eu não sei não viu, mas grande parte a gente consegue mostrar
Hb: faz sentido, vamos nessa
vocês provavelmente vieram cedo pro festival da música, o pessoal só chega daqui a alguns dias, eles nunca chegam exatamente no dia do festival....
H: por que não tem tanta gente aqui?
Hb: eu não sei, a galera curte os festivais mas na hora de morar eles desistem
H: hmmmm...
(a postura do Hb é super tranquila perante a tudo oq tá acontecendo, parece que ele faz aquilo ali todo dia)
L: e aquele castelão ali?
eu sempre quis um castelão
Hb: o castelo é da rainha, só entra lá quem tiver coisas importantes pra falar
com os tickets
*puxa uns papeizinhos do bolso e mostra
H: e isso aí são os tickets?
Hb: é... a maioria
eu presumo que alguns aqui são umas multas ou mensagens de fãs mas não tem segredo
eu tenho que ler os tickets ainda...
Li: o hb é preguiçoso, liga não
Hb: você que é chata
P: *sussurra no ouvido do Henry
o que tá acontecendo
H: eu sei lá
L: mano isso é maneiro
isso tudo é muito maneiro
Hb: algum de vocês quer casar?
H: °°
L: que
Ne: ????
P: err
Li: nao doido não com ele, é que ele é padre
H: aaaah
L: Hmmmm. faz sentido
EI CARA EU POSSO SER PADRE?
Hb: -'
L: MANO EU SEMPRE QUIS SER PADRE NAMORAL DEVE SER MANEIRISSIMO
Ne: Lusk...?
L: o que foi é minha chance de ser padre
Hb: calma lá amigo não se emociona
H: •-• carceres luskeiros
Li: rapaz vocês são energéticos
gostei
Hb: bem, pra ter a confiança de vocês eu tenho que apresentar vocês pros outros guardas daqui
P: guardas?
Li: tem guardas moradores velhos... tinham patinhas...
P: patinhas?
Li: é como a may chama os indicados a guarda por aqui
a gente separa esse pessoal em categorias e coisas que eles merecem por ações que eles fazem
o hb por exemplo é um guarda
Hb: oi
L: QUE MANEIRO Eu gostaria de guardar.
H: *olha pro lusk com uma cara bem séria
L: opa
Ne: então é só a gente conhecer os outros caras que a gente pode falar com a rainha
Hb: calma lá eu preciso deixar eles cientes de que vocês tão aqui, porque não é nada contra, mas a gente precisa ter certeza de que vocês são confiáveis
Ne: aaaa-
H: tranquilo
Hb: vem cá
**vão em direção ao castelo, e na porta já percebem um cara do lado dela, bem alto, que olha pra eles e diz
??: Olá. bem vindos ao catcastle!
Hb: esse aqui é o gui, ele é show de bola
Gui: opa meus queridos, tudo show?
*abraça pra cumprimentar eles já que ele é muito alto mesmo
L: caraaaaca
Gui: vocês podem me chamar de gui, ou de gordo
L: GORDAOOOOO
Li: *chega perto do Henry
rapaz esse teu amigo grita que é um tanto não?
H: eh-
*puxa o lusk
Calma cara.
L: COMO QUE EU VOU ME CONTROLAR COM TANRA COISA MANEI-
Ne: *da uma cotovelada na costela dele
L: a-
Hb: Gui, eu vou levar eles até a rainha, cuida da porta aqui enquanto eu não chego ok?
Gui: pode deixar
Hb: *abre a porta
**veem um corredor enorme cheio de armaduras e quadros, com uma escada no fundo
H: corredor bonito
L: foi o que ela disse num campeonato de corrida
Hb: *guia eles até às escadas, que levam a outro corredor
ué... o gerb era pra ta aqui
Li: *olha pro hb
nao era seu turno doido?
Hb: °°
viiish é hoje que eu perco o caaargo
**vão até o final e param de frente a uma porta vermelha com detalhes de gatos de diamante, mais chique que a porta de fora, com uma tranca aberta, mas que quando fechada parece bem resistente
Hb: ó só
a partir daqui,
cuidado tabom?
H: blz
P: ok
Ne: tranquilo
L: *colocando a mão na costela de dor
tran-quilo
Li: *da dois passos pra trás
Hb: *cuidadosamente abre a porta
**se revela uma sala cheia de janelas, com um tapete roxo no centro, e um lustre enorme com bastões luminosos que soltam glitter visíveis no ar pela própria luz do sol no fundo, se encontra um trono branco e roxo, com uma pessoa sentada, e uma caneca do outro lado
**é então que a pessoa vira pra eles e diz
??: Sim?
H: *ameaça ajoelhar no chão quando...
Hb: eai may tranquilo?
Ma: oi
Hb: eu trouxe uma galera aqui *aponta pra eles
e acho que você devia dar uma olhada sei lá vai que eles são uns chineses infiltrados
Ma: oi gente pessoas novas? *bebe um gole do que ela tá tomando na caneca e coloca no braço do trono de novo deixando pingar um pouquinho pra fora *na hora todo mundo percebe q é café
*desce do trono como se fosse um penhasco
Ma: pessoas novas...!
que surpresa
prazer gente eu sou a MayGabi, rainha dos gatinhos
e dona dessa vila aqui toda!
H: prazer eu sou o henry
P: prazer eu sou a... *pensa em algo
toggi!
H: que?
L: eu sou o grande, glorioso, bonitão, Lusk.
Ne: eu sou a Nevaska
eae
*faz um paz e amor
Hb: eu vou ali pra porta
não aprontem nada viu?
Ma: hmmmm...
o que vieram fazer? normalmente não vem gente pra cá...
...não por enquanto
Ne: nós viemos fazer um trabalho e precisamos da sua ajuda
a gente tá investigando uma pessoa que.. talvez tenha vindo pra cá
e a gente precisaria dos registros de quem entrou na vila ultimamente
Ma: eu não posso sair dando nomes de pessoas aqui pra vocês assim
Ne: hmmm... sabe se viu um cara chamado shibaru por aqui?
Ma: ... Shi- o que?
eu não sei gente, não tem como eu saber dentre tantas pessoas que entraram e saíram daqui
Ne: pode verificar pra gente?
Ma: ...
Ne: *puxa o distintivo dourado do shibaru e joga pra ela
a parada é séria. o cara é da ordem
Ma: *olha atentamente pro distintivo enquanto pensa
Li: não acham que se ele for entrar aqui ele não vai entrar desse jeito assim?
H: hm?
Li: ele entraria escondido se fosse entrar aqui, já que ele é da ordem
se vocês tão procurando ele, ele não ia pra um lugar onde a rainha tem nome de todo mundo que entra e sai
Ma: eu vou verificar os registros.
vejam com os guardas da fronteira se eles encontraram alguém
H: ue mas ninguém recebeu a gente
L: ninguém perguntou nome da gente
Li: tinham dois staffs encarregados disso mas eles sumiram...
Ma: o Bessa e o Clocks tavam encarregados disso no lugar deles. eles devem ter tido algum problema
ou... sei lá
H: ja começaram os desaparecimentos aqui?
Li: ...
Ma: ja começaram?
Ne: é, tá rolando uns desaparecimentos pelo lugar todo
e a gente ta investigando isso
Ma: e o que esse menino tem a ver com isso?
Ne: ele... fez coisas erradas e a gente tá buscando ele
Ma: hmmm.... eu não sei eu não posso julgar algo se eu não sei nada sobre ele né? a gente conversa mais tarde sobre isso, ok?
Lily
Li: sim?
Ma: voce ainda tem o seu hotel né? leva eles lá pra eles passarem essa noite
daqui a uns dias vai ser o grande festival
não quero que vocês vão embora antes disso acontecer
P: pode ter certeza que não vamos, rainha música sempre foi e continua sendo minha paixão eu costumava dançar quando criança
Ma: que interessante... togginha né? hehe
então vão lá
e boa tarde ;3
P: boa tardeeee
Ne: °°
ponce?
P: ah qual foi eu realmente dançava quando criança
Ne: a parada não é essa, você concordou em ir ao festival
e as investigações?
P: seja lá o que o shibaru quer fazer, ele vai fazer em lugares com grandes concentrações de pessoas, e se ele escolheu aqui, esse é o ponto dele
Ne: ...
P: ta achando o que minha filha
Ne: *boceja e bota as mãos atrás da cabeça
mas que saco hein
vai ver tem algo interessante nisso aí
**do lado de fora do castelo
Gui: *fecha a porta
vai com deus, pessoal!
H: aqule mano ali parece ser simpático
Li: todo mundo é simpático aqui...
hummmm *olha pra cima
tá anoitecendo, querem comer alguma coisa
H: beleza
L: eu tô com fome...
P: por que nao falou de comida antes?
Ne: meh
Li: vou apresentar pra vocês algumas pessoas daqui
*abre a porta de uma loja
*bate no balcão
Xiulabi! esse aqui é o cara
Xi: hummm
eai Lily o que trás aí?
Li: rapaz esses aqui são os novos caras que acabaram de chegar aqui
**sai um cara de uma porta do lado
??: hum?
Li: ah e esse aí é o kanix, eles sempre andam juntos
H: o que é essa loja?
Li: essa loja aqui é uma oficina de coisas avançadas, eles usam outros tipos de pedras pra fazerem não só armas mas como máquinas e outras coisas
eles costumam fazer as únicas coisas elétricas daqui
L: comequié??? xilofone?
H: XIXUXI?
Li: xixuxi... aksskakskjs
*olha pro relógio
vixe gente... tá tarde é melhor eu ir
Ne: vai lá
Li: *entrega um cartãozinho pra Nevaska
se vocês quiserem ir lá no hotel vocês podem, tem uma pessoinha lá pra ajudar vocês
;)
*sai da loja
Xi: meeee kanix é melhor a gente fechar também
Ka: verdade bora lá
Ne, H, L, P: *saem da loja
Ne: hotel forestvalley hm?
**veem um vulto preto andando
Ne: *olha atentamente pra ele e percebe um rosto familiar
??: *olhando pro lado procurando algo
Ne: ...
ei!
??: *olha pra eles revelando o rosto, de uma pessoa alta, meio magra mas musculosa *percebe-se, o shibaru olha pra eles e diz
sim?
Ne: é você!
Sh: poxa vida que coincidência né? *tira o gorro do casaco
achei que vocês iam tá numa missão agora
Ne: e estamos
o que você tá fazendo aqui?
Sh: bom, como você voltou eu resolvi tirar umas férias né?
relaxar, botar os pés pra cima, curtir um festival
eu sou humano também, não?
hahaha
H: a gente sabe o que você fez
Sh: o que eu fiz? como assim o que eu fiz?
Ne: a gente viu o corpo da Winry no chão, completamente morto
você não tem nenhum senso de humanidade não?
Sh: o que? o que.. como assim? a Winry, morta?
e como tá o Arthur
L: nao de faz de preocupado, a gente sabe que foi você
P: *olha atentamente pra ele
...
°-°
*fica parada observando
Ne: foi você, a gente tem todas as provas!
Sh: e quais são?
e quem é ela? *aponta com o olhar pra ponce
P: ... foi você...
Sh: ?
P: foi você que me botou naquela pirâmide!
Sh: voce deve tá se confundindo
H: para de fingir, óbvio que foi você
*pega o distintivo do shibaru e enrola num monte de papel
*joga nele
Sh: *segura, depois de bater na barriga dele
...
H: você matou a Winry depois que ela leu isso aí
Sh: ... ela tinha que aprender a cuidar da própria vida...
Ne: COMO É??
Sh: eu particularmente não gosto de deixar outras pessoas verem minhas coisas pessoais...
Ne: ENTÃO VOCE ADMITE QUE MATOU????
Sh: pra calar a boca dela? digamos que talvez
Ne: *avança num ataque de fúria e soca com tudo a barriga dele
Sh: *vai um pouco pra trás e fica parado com as mãos na barriga
*deixa o distintivo cair
ugh
*se ergue e olha pra Nevaska
Ne: seu... MEXILHÃOZINHO
*soca a cara dele e tenta dar outro soco nele
Sh: *segura Nevaska
u-uh guarda???
algum guarda? alguém?
socorro!
Hb: *passando por ali olha e vê os dois brigando
*corre e entra no meio
opa opa opa opa
que isso gente? calma aí..
Ne: como que eu vou ter calma pra um assassino???
*empurra hb
Hb: *quase cai no chão
*levanta meio sério
moça, e vocês vocês vem comigo
H: °°
Ne: hurrrrr
:l
Hb: *segura Nevaska
Ne: EI ME SOLTA
Hb: Clocks
Cl: *surge de trás de uma das casinhas
Hb: ah perfeito, clocks ce consegue levar esses caras aqui pra prisão enquanto eu converso com o senhor aqui?
Cl: *segura a Nevaska
L: ouououou qual foi a gente não vai ser presos não tá maluco????
Cl: *olha pra trás e vê um cara bem alto e forte passando
ei, gerbidal, por favor
Ge: qual o problema?
Cl: cuida desses guris aqui pra mim
Ne: ME LARGA LOGO SEU RELÓGIO
*tenta segurar os braços do clocks mesmo estando imobilizada
Cl: eu quero ver se você vai falar isso depois...
Ge: *carregando um em cada parte de um jeito indescritível
eae pra onde a gente leva essas caçamba véia?
Cl: me segue
*vão se distanciando
Hb: humph
senhor, pode me dizer o que acontece-
*olha pra trás
...
senhor?
...
...
*não tem ninguém...
No próximo do de Najiyu:
Najiyu Ep 9 Nós somos prisioneiros! Por enquanto
🕵️‍♂️
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2020.09.10 15:54 henrylore Najiyu Ep 3 - Nevaska, a ninja raposa do gelo!

??⁰: você não tem jeito...
*vai pra cima da nevaska
*tenta dar um soco nela
Ne: *segura o soco e olha pra cara dele com uma carinha tipo 😶
poxa, é isso?
??⁰: eu já te avisei pra não ficar tirando sarro...
*se joga pra trás e começa a rolar
AGORA VOCE SE VERA COMIGO
*vira uma roda tipo a do junkrat tlgd
H: EITA
Ne: *junta as mãos
PAREDE DE GELO
*levanta uma parede de gelo (darr)
??⁰: *bate na parede de gelo e racha ela
*depois de um tempinho quebra a parede de gelo
L: a sua parede aí não foi muito efetiva não hein
??⁰: *chega na frente da nevaska prestes a atropelar ela
Ne: *prepara e dá um soco na cara dele que você não sabe como ela acertou ele girando
??⁰: *vai pra trás
Ne: eu sinceramente não sei por que um ladrãozinho tá querendo bater em mim
??⁰: vocês são parte dos cavaleiros, vocês também querem a dominância pra vocês
Ne: você não tem cara de saber muito sobre a resistência
L: residência?
H: Denis?
??⁰: pode não parecer, mas por mais que vocês sejam neutros em relação a nós, facções distintas que querem reinar as terras, não vamos deixar com que vocês derrotem a atual monarquia, CASO CONTRÁRIO O REINO VAI SER DE VOCÊS
então vocês são inimigos também.
Ne: resumindo em palavras menos bonitas, vocês querem ter o gostinho de descer o cacete na mulher lá
??⁰: olha como você fala comigo
Ne: não tem como eu olhar como eu falo, o certo seria ouvir, não?
??⁰: GRRRRR CALE A BOCAA *soca o chão e faz um buraco em volta de si mesmo
H: ei-
Ne: shhh, assiste
??⁰: *coloca o dedo do lado da boca e puxa o ar
BOLA DE FOGO
*atira uma bola de fogo na Nevaska
Ne: *fecha os olhos e estende a mão pro lado
H: ??
L: o que
Ne: *começa a se fazer uma lança de gelo na mão dela (tipo a da pearl de Steven universe)
*segura ela e prepara um ataque
REFLEXO DE LUZZZZZ
*reflete o ataque MUITO RÁPIDO MESMO
*E ELE BATE COM TUDO NA BARRIGA DO CARA E JOGA ELE PRA LONGE NUMA VELOCIDSDE INIMAGINÁVEL
*enquanto isso tudo ela deixa cair uma coisa que parece ser um distintivo de ouro
L: *percebe o distintivo
Ne: ...
ele foi mimir
*aponta pro cara com o polegar
H: ...
Ne: vocês tão bem?
*chega perto
L: *levanta sozinho
quem é tu??
Ne: *estende a mão pro Henry levantar
meu nome é Nevaska, eu sou uma ninja do gelo
L: só isso?
Ne: é ué
L: nao tem mais nada não
Ne: não?
L: hmmmmmmmm....
H: *segura na mão dela e levanta
você é uma raposa?
Ne: sim.. eu espero pelo menos
pelo visto você também é uma
*lança na mão dela começa a se quebrar e derreter
é legal, faz um tempo que eu não vejo raposas por aqui
H: *analisa ela
{Nevaska
Nevaska tem os olhos azuis um pouco escuros, um cabelo branco com uma presilha azul escura também uma blusa de manga comprida cinza com luvas longas pretas uma calça preta e uma bota cor gelo de couro ela usa um sobretudo cinza também que ela deixa ele meio enrolado pra trás e fica parecendo só uma manta mesmo ela também tem uma mochila}
H: você tava viajando por aqui?
Ne: na verdade sim, eu tava de passagem quando esse mano aí me parou por motivo nenhum
L: EU não tô convencido disso
Ne e H: ?
Ne: o que foi o que eu fiz pra você
L: o cara mencionou algo sobre resistência, ordem.
e você respondeu exatamente sabendo o que era, não foi?
então você sabe de algo que a gente não sabe?
Ne: carai mas pra vocês não saberem da ordem você tem que ser muito burros mesmo né
pfffft eu não faço parte disso aí não, metade desses caras acham isso
H: e então o que você é?
Ne: uma viajante ué, não tá na cara? eu costumo viajar por aí em busca de pistas sobre o mundo e talvez montar meu próprio grupinho de pessoas
L: *pega o distintivo no chão
e o que é isso?
Ne: *olha com um olhar sério pro Lusk
L: olha, eu não sou contra isso mas aparentemente vocês sao contra o reino
então, eu quero saber se eu poderia entrar pra essa ordem aí
eu sou um cara bem descolado que quer esfolar a cara do reino no asfalto sabe
H: Lusk!
*da um soco no cotovelo dele
Ne: *puxa uma faquinha e vai pra cima do lusk
H: OU
*puxa o lusk
L: *cai no chão com esse puxão
OU QUAL FOI
Ne: vocês sabem demais
...
*junta as mãos e atira uma bola de neve muito rápida no Lusk
L: *desvia
se eu tomasse esse ataque aí eu acho que eu ia ter dor de barriga por um mês
Ne: *vai pra cima do lusk de novo
*tenta dar uma facada nele
L: *segura a mão dela q ta com a faca
*chuta ela um pouco pra longe
Ne: *vai pra cima dele de novo e da um soco nele (com a outra mão)
L: *defense e começa a trocar socos com ela
H: ... caracas eu não sabia que ele lutava assim
Ne: *consegue jogar o lusk no chão e tenta dar uma facada na cara dele
H: °°
*troca de lugar com a faca
*segura o braço dela e da um mini chutinho na costela dela
Ne: *vai um pouco pra trás
*volta pra frente
*passa por ele e da um golpe na cauda dele
H: u
*visão fica um pouco ruim
Ne: *da um soco no estômago do Henry e depois no rosto
H: *cai no chão
Ne: *pega a faca
L: O MALDITA NAO FACEIS ISSO
*tenta socar a cara dela
Ne: *segura o braço dele e enfia a faca em um ponto
L: AAA
H: *da um soco na cara dela e aí ele vai pra cima dela
*segura ela
*olha pra cara dela
Ne: *tá com uma cara meio desconfiada mas com raiva
*chuta cauda do Henry por baixo
H: *fica bugado dnv
Ne: *passa a faca na bochecha dele chuta ele pra longe
H: *coloca a mão na bochecha

L: *REDEMOINHO DA MONTANHA
*joga ela longe com uma rajada de vento
H: começou a inventar nome pros ataques agora?
L: isso não importa agora ..
ugh
H: mano o seu braço
L: também não importa...
E POR QUE DIABOS VOCÊ NAO ACERTOU NENHUM ATAQUE NELA
H: eu não consigo fazer nada quando ela machuca a cauda, eu não sei o porquê
L: ...
H: mas chega aí a ideia é que talvez ela também tenha essa fraqueza...
L: então pra acertar ela a gente tem que acertar a cauda primeiro?
H: meio q isso
L: *tive uma ideia
*um min depois
H: *sai correndo com uma pedra na mão e joga ela atrás da Nevaska
Ne: *desvia e tenta acertar Henry com a faca
H: *troca de lugar com a pedra
*tenta acertar a cauda da nevaska
Ne: *vira e chuta ele pra longe
L: *vem quando ela tá despercebida e chuta a faca dela pra cima
Ne: *da um soco nela
L: *olha a faca indo em direção a cauda
Ne: *vai segurar a faca
H: *troca de lugar com a faca e da um SOCÃO NA CAUDA
Ne: °°
L: *se segura e faz tipo um Rasengan de ar só q ele não é azul
*acerta na barriga dela e joga ela longe
Ne: *sai voando e bate numa árvore
*sai do meio da poeira com o nariz sangrando
...
*emana uma energia muito grande de poder
H: iiii
L: ferrou.
Ne: tá.
H: hm?
L: O QUE
Ne: tá ué
H: ta oq
Ne: vocês perguntaram se podiam entrar pra ordem, e eu respondi

H: °°
L: ....
Ne: foi mal os machucados... eu precisava saber se vocês tinham cabeça pra batalhas assim
*bota a mão atrás da cabeça e ri
L: a gente confia nela?
H: eu voto que sim
L: uffffd é estranho ter que confiar em alguém que quase arrancou meu braço mas... é o que eu irei fazer
ok, estamos indo com você
Ne: CARACA MANÉ
ESSE É O ESPÍRITO (✯ᴗ✯)
H: *dá uma risada
mas aí, vocês tem uma base, um quartel, ou até um castelo?
Ne: eu não posso falar aqui as paredes tem ouvidos
vamos andar?
mas antes!
*vai pra perto do lusk com um frasco com um líquido rosa meio vermelho
*despeja um pouquinho no machucado do Lusk, que vai se fechando aos pouquinhos
*vai em direção ao Henry
*molha o dedo no líquido e passa na ferida do Henry na bochecha
*olha pras orelhas dele e sente alguma coisa reparando na cor...
*mas dps ignora
*fecha o frasco com a rolha de novo
prontinho
*guarda na mochila
H: o que foi isso?
Ne: lágrima de dragão, é extremamente curativa
H: caraaaaca...
(ㆁωㆁ)
L: ta, a gente pode ir?
Ne: como quiser, guia de turismo
**no caminho:
Ne: eu peguei leve com vocês, tá?
L: ah sim
H: uhum uhum
Ne: é sério! eu nem peguei minha lança e vocês viram isso...
H: por que não?
L: voce podia ter pego
Ne: é que é bem injusto eu ir bater em vocês com uma lança e vocês com facas de cozinha, não?
hehehehe
mas no mundo lá fora não vai ter essa moleza
ninguém liga muito pra justiça aqui, eu acho pelo menos
*abaixa a cabeça e olha pro chão enqnt anda
H: ... ah mas e aí? como funciona a resistência?
Ne: eu achei vocês super legais, além de vocês terem noção de combate vocês fazem piadas engraçadas
L: *chega perto do Henry
da uma patada nela
H: que?
Ne: ahabsusbshs tipoy isso
**chegando lá
ee é aqui
H: iii
{o cenário: tem uma puta duma floresta com um pouco de neve onde eles tão, eles olham pra cima e tem um morrinho com uma escada, e lá de cima parece dar pra ver a floresta toda}
Ne: *sobe a escada
{o tempo: já tá de noite D:}
Ne: lar doce lar
L: aqui?
H: woow
{o lar: é uma cabana mediana, com dois andares e um teto um pouco plano}
L: a
Ne: é aqui
*abre a porta podem entrar
{lá dentro: é tipo um lugar bem aconchegante mesmo, tem muitas fotos, tem 3 colchoes no chão, tem uma lareira desativada e uma escada pro sótão}
Ne: lá no sótão tá a minha cama
vocês podem dormir onde quiserem, des de que vocês não encham o saco me cutucando de noite...
H: hmmmm
L: onde você vai dormir, brether?
H: ainda pensando
Ne: *subindo a escada quase lá em cima
se quiserem dormir aqui em cima não tem problema, a questão é q o COBERTOR é meu
H: vai dormir com ela?
L: Não.
H: nem eu
L: *se joga num colchão do chão
eu durmo aqui.
H: e eu aqui
*pula o colchão do meio e vai pro da outra ponta
....
⌛um tempo depois...
H: *acorda de madrugada
*olha aos arredores e só vê a silhueta do lusk deitado roncando p krl
*ve a luz da lua entrando pela janela
*levanta e vai andando em direção ao mural de fotos
*pega uma foto
{a foto é a Nevaska com outra raposa da mesma cor do Henry, do mesmo tamanho da nevaska e as duas parecem bem felizes por mais q estejam cheias de curativos}
H: *ouve um violao bem longinho
*guarda a foto no bolso e sobe a escada
*vê a luz da lua vindo da escada por mais q as cortinas do quarto dela estejam fechadas
*sobe lá e vê o quarto dela
{é bem simples não tem nada além de uma mesinha com espadas e facas e um lugar onde tá um pijama dela de flocos de neve}
H: ...?
*percebe que tem uma escada ao lado que tem um alçapão aberto e é dali que tá vindo uma luz forte da lua
*sobe e olha pra direção da lua
*vê a silhueta da nevaska na frente da lua com um violão olhando a floresta e um farol bem lá no fundo
*escuta a melodia de uma música mt fofa
Ne: *para de tocar violão e olha pra trás
hmm?
*ve o Henry
....
No próximo episódo: -Ep 4- Sejam bem vindos! A resistência... obg por ter lido, te amo
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2020.08.28 23:32 nickfara Voltando pra casa dos pais

Em fevereiro consegui uma vaga em uma empresa aqui no litoral norte de SP e vim morar com a minha tia (ela que me indicou). Vim para ter uma experiência de morar no litoral e morar sozinho, ou tentar né. O primeiro mês foi bom, bastante movimento, meu resultado na empresa foi boa e depois veio a pandemia. Ficamos suspensos e voltei pra passar um tempo na minha cidade e depois voltei pra Ubatuba de novo.
Já voltei desanimadíssimo. Sem ideia de como ia ser. A forma de pagamento das nossas comissões mudaram. A incerteza de tudo. Morando num apartamento com muitas mulheres, só eu de homem. Nada de privacidade. Noites mal dormidas. Brigas. Minhas primas que não tem um pingo de respeito nem pela mãe que teve um passado difícil. Meu resultado estava péssimo e discuti algumas vezes com a minha supervisora. A imagem que eu tinha da empresa mudou totalmente. Só querem dinheiro e o resto que se foda.
Não consegui fazer amizades aqui. Não consegui guardar dinheiro. Parece que só serviu pra conhecer as praias que não conhecia antes e pedalar. Andei muito de bicicleta e fiz algumas trilhas. Amanhã tenho um com guia pago e a vontade de desmarcar é grande, ainda mais que eu fiz o acerto com a empresa hoje e vou voltar pra minha cidade com uma mão na frente e outro atrás. Nem aprendi a surfar. Odiei morar aqui. Como turista deve ser bom e pra quem tem dinheiro pra pagar de turista. Foram poucas as pessoas que tive conversas interessantes, e a maioria delas bem mais velhas que eu. A maioria daqui gosta de fluxo, de funk e de bagunça. Eu gosto de festa também, mas o fluxo não é a minha praia.
Por um lado tô muito triste porque estou sem dinheiro. Não faço ideia como tá a minha cidade. Só de pensar em ter que espalhar currículos já me desanima muito. Os últimos 3 empregos nos últimos 4-5 anos foram por indicação. Fracassei na tentativa de ser independente.
Por outro lado muito feliz que vou voltar para o conforto da minha casa. Comer o rango delicioso da minha mãe. Meus cachorros!!! Meus amigos. Saudades dos morros, do ar puro das montanhas, das cachoeiras.
A única coisa que vou sentir saudades daqui são as praias, pedalar na orla ao som das ondas quebrando, e o nascer do sol que é um dos mais lindos que já vi.
Parece que voltei pro ponto inicial da vida e tenho que começar tudo de novo, do zero.
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2020.08.19 01:04 zxy33 cartucho do kefka [assustadormacarrão br]

cartucho do kefka [assustadormacarrão br]
Olá, brasil!
Meu nome é L., tenho 28 anos, sou professor de matemática em uma escola particular. Moro numa cidade do interior de SP, perto de Campinas. Aqui não tem muita coisa, não é uma cidade mais ou menos grande nem nada do tipo. É, de certa forma, até pacata. Mas estamos sofrendo com a pandemia, como todo mundo. Fico de cara quando vejo galera abrindo bar, escola, tudo, pensando que tá tudo controlado. Tá morrendo gente, sei lá, muito deprimente viver nessa sociedade. Mas hoje eu não vim falar disso. Vim falar de uma coisa que rolou comigo, envolvendo um cartucho usado de Final Fantasy III que comprei por um aplicativo. Vou me referir a esse cartucho como “cartucho do kefka”.
Nos anos 90 havia muitas locadoras de vídeo e jogos, e eu sempre gostava de alugar fitas de Super Nintendo, que foi meu primeiro videogame. Faz muito tempo que essas locadoras deixaram de existir, e as que continuam existindo não alugam mais jogos. Mas eu gosto de videogames antigos, então comecei uma coleção particular minha, para relembrar os velhos tempos.
Sou um gamer razoavelmente experiente, já joguei muitos jogos e sei sobre glitches e romhacks. Também já tive acesso a muitas creepypastas sobre videogames, então é difícil alguma coisa me surpreender. Até gosto de ver aquelas creepypastas do Pokémon Black, do Zelda do Ben, etc, etc, etc. Mas no fundo eu sei que é tudo forçação de barra, imaginação e artimanhas de romhack e photoshop. Mas eu curto pela estética. São coisas que realmente me tocam, então vejo quase como uma forma de arte. Mas isso que aconteceu recentemente eu não sei explicar, e por isso quero compartilhar a história com vocês. Esse é meu relato de como eu encontrei um cartucho maldito de final fantasy 6, o “cartucho do kefka”.
Tudo começou quando eu estava procurando por um cartucho de FF6 na internet. Já que aqui na minha cidade é difícil achar por meios “tradicionais” (leia-se: anuncios no facebook), fui buscar num aplicativo de coisas usadas. No ocidente, esse jogo saiu como Final Fantasy III, e, para a minha surpresa, não foi tão difícil assim achar os cartuchos, até por um preço bem baixo. Achei inclusive um na minha própria cidade! Quem vendia era um tal de Lucas.
Frente do cartucho, reparem em como o rótulo tá solto
Como vocês podem ver nessa foto que tirei do cartucho assim que chegou, o rótulo estava solto. Talvez o ex-dono tenha imprimido um novo e colado por cima do velho? Não fiz questão de saber. Confesso que nem fiz muita conta, porque esses jogos antigos as vezes são mal guardados mesmo, e pra mim, sinceramente, o que importa é o jogo funcionar. Mesmo assim, eu tentei mandar mensagem para o vendedor. Só que, depois de umas horas, quando ia ver se ele tinha respondido, sempre aparecia essa tela:
https://preview.redd.it/7nq5dmwqauh51.jpg?width=1275&format=pjpg&auto=webp&s=cc6581d7ede4b99816dce6a4d559da58a045262f
Comecei a ficar encafifado. Quer dizer, o cara apagou a mensagem? Mas como que ele apagou pra mim também? Deve ter sido um erro do site, qualquer coisa do tipo, então fiquei tentando. Mas sempre acontecia a mesma coisa. Pensei em ir atrás do anunciante, procurar número de celular dele, mas no fim fiquei com preguiça. Sei lá, coisa boba, e não ia mudar nada na minha vida. Já tinha pagado barato demais pelo cartucho.
O meu SNES não é o mesmo que eu tinha quando era criança, porque aquele original eu dei prum primo meu quando ganhei um Playstation. O videogame que eu tenho é um que consegui num bem-bolado quando eu tava na faculdade. Tinha um colega meu que tava se desfazendo de umas coisas e ele tinha esse super nintendo empoeirado com problema no cabo de energia. Eu peguei de graça dele, comprei um cabo novo, limpei e tá funcionando como novo. Jogo sempre nele, nunca deu problema com cartucho.
Quer dizer, nunca tinha dado...
Eu nunca fui muito bom de Final Fantasy, na verdade. Gosto de jogar, mas sempre que termino fico com a sensação de que perdi alguma coisa importante. Quando vejo outras pessoas jogando, percebo que nem sei usar os itens direito. Sou n00b demais. Mas gosto da série, então sempre jogo. O FF6 (ou III) eu já tinha jogado em emulador, nem fazia tanto tempo. Mas jogar no videogame de verdade é outra história. Não tem save state, não tem mamata, se der erro, paciência.
Pensando nisso, a primeira coisa que eu costumo testar nesses jogos é o salvamento, quando disponível. É comum cartuchos antigos estarem com a bateria gasta e não salvarem. Daí eu troco a bateria antes de começar a jogar, pra garantir. Bobo eu não sou.
Quando liguei pela primeira vez o jogo eu tava amarradão, nossa, finalmente vou jogar FF6 numa TV de Tubo, do jeito certo, como foi feito pra ser jogado. Animal demais. Quando entrei na primeira tela do jogo, uma coisa me chamou atençaõ: já tinha um savegame registrado nele. A party era: Strago, Terra, Edgar e... Kefka??
Pra quem não sabe: o Kefka é o vilão do jogo. Mas, pra dar uma imersão maior na história, os desenvolvedores às vezes colocavam o Kefka na party momentaneamente pra poder fazer umas cutscenes, mas a gente nunca joga realmente com ele, então é impossível salvar com ele na equipe. Mas sei lá, galera pira demais nesses jogos antigos, talvez o cara que estivesse jogando antes de mim tivesse explorado algum glitch do jogo, sei lá. O problema é que ao tentar carregar, dava erro, sempre. O jogo ficava com a tela preta e não iniciava. Soprei a fita, dei aquela limpada, e nada. Pra garantir que não era defeito do cartucho, eu tentei iniciar um jogo novo e funcionou bem, não deu problema. Inclusive eu consegui salvar. Mas, por algum motivo estranho, eu não queria salvar por cima daquele save do kefka. Eu sempre salvava nos outros slots.
Fui jogando e curtindo o jogo, aprendendo uma coisa ou outra de nova. Passei semanas jogando sem ter qualquer intercorrência. Mas foi nessa última semana que rolou algo bizarríssimo, que tá me incomodando até agora, embora racionalmente eu esteja tentando explicar pra mim mesmo o que rolou e veja tudo como uma infeliz coincidência.
O que aconteceu: eu já tava avançado no jogo, naquela quest em que a gente vai pra dentro da cabeça do Cyan e relembra a história dele e tem que enfrentar o Wrexsoul. Bicho maldito, lembro que quando joguei pela primeira vez demorei pra conseguir passar dessa parte, mas isso porque eu sou ruim mesmo. Dessa vez não foi muito diferente, eu tive que resetar o console várias e várias vezes até derrotar o monstro. Quando finalmente consegui, fiquei tão maluco com a vitória que, na hora que eu fui salvar, sem querer eu apertei por cima do save do kefka.
Cara, sério, eu não sei como eu fui tão rápido, mas assim que apertei o botão, automaticamente minha mão puxou o controle com tanta força, e tão rápido, que eu arranquei o videogame da tomada com a TV e tudo. Foi um ato de desespero, um negócio que nem eu sei explicar direito. Sabe quando a gente tem um reflexo tão instantâneo que a gente nem pensa pra fazer, e só faz? Pois é, foi tipo isso. Eu talvez tenha dado um berro quando puxei o controle. Talvez. Bom, o que aconteceu foi que eu arranquei tudo da tomada: videogame, TV, tudo. Fiquei com o * na mão pensando que eu tinha danificado o videogame ou a televisão, então eu tava meio que tremendo de nervoso quando repluguei na tomada.
A TV parecia OK. O videogame parecia inteiro. Eu juro que senti um cheiro estranho de queimado, mas deve ser coisa da minha cabeça, porque logo apssou. Pus o cartucho e liguei. O jogo funcionou, mas aí no meu save eu tava antes de enfrentar o Wrexsoul, e ia ter que passar por aquele inferno de novo, e de novo, e de novo. Por curiosidade, uma dessas curiosidades mórbidas, esquisitas, eu tentei carregar o save do Kefka, antes de retomar a frustração de dentro da cabeça do Cyan. Mas dessa vez o save entrou.
A party era: Strago, Terra, Edgar e Kefka. Mas, como esperado, o char do kefka era todo bugado. Os stats mostravam só ?????? em tudo, não dava pra equipar nada nele, não dava pra usar item nem magia nele. Ele só tava lá, com 0/0 de HP. Mas não aparecia como morto nem desmaiado, só tava lá ocupando espaço. Nesse save, os nomes estavam mudados: Strago era DEAD, Terra era MARI, Edgar era LUCAS e o Kefka era KEFKA mesmo (porque não dava pra mudar, acho). Na hora eu lembrei que, durante a minha adolescência, num barzinho de heavy metal aqui da minha cidade, tinha um figura chamado Lucas, cujo apelido era Morto. Fiquei “nossa, será que esse jogo era dele? Nunca mais soube desse cara, cidade pequena é isso mesmo”... Mas passou, e tanto faz.
No jogo, eles estavam perto de enfrentar o boss final (o próprio Kefka). Os itens até que eram bons, acho, porque não tive nenhuma dificuldade em ir ganhando as batalhas no castelo final. Quem quer que estivesse jogando, tava fazendo um bom trabalho, sabia o que tava fazendo.
Aí eu percebi uma coisa estranha: o kefka da party tava com o nome normal de kefka, mas o kefka vilão, o do jogo, o que eu ia enfrentar mesmo, tava com o nome FATHER. Daí eu não lembrava direito se isso acontecia no jogo mesmo, porque FF sempre tem umas reviravoltas, mas pelo que li nos guias, isso não deveria acontecer. Quando chegou na parte final, em que a gente enfrenta os vários estágios do Kefka, tem aquele esqueminha pra gente “escalar” a party com os reservas, caso algum dos nossos personagens morra durante a batalha. Só que, dessa vez, não tinha nenhum outro personagem disponível. Só os 4. Estranho, né? Quer dizer, mesmo se a gente NÃO usar outros personagens, necessariamente vai ter mais alguns dispon´vieis, porque a gente necessariamente tem que encontrá-los no decorrer do jogo.
(EDIÇÃO ANTES DE PUBLICAR: Enquanto eu estava escrevendo esse texto, comecei a sentir umas coisas estranhas. Eu nunca fui uma pessoa com "coração forte". Como vocês puderam notar anteriormente, eu escrevo razoavelmente bem, de maneira inteligível. No entanto, a partir do parágrafo abaixo, eu comecei a me sentir muito mal, uma queda repentina de pressão, talvez por nervoso ao lembrar de certos assuntos e certas cenas que ficarão claras mais abaixo. Eu não quis corrigir os erros de digitação, pois acredito que eles servem para expressar um pouco do meu nervosismo, essa coisa que queima por dentro ao mesmo tempo que parece um monte de agulha sendo enfiada no olho da minha alma. É uma maneira que encontrei de materializar algo ruim. Peço que, se você for uma pessoa sensível, especialmente com assuntos envolvendo família/doenças/suicídio, pare agora de ler o texto.)
Enquanto escrevo, confesso rpa vocês que estou meio nervoso. Essa parte mexeu comigo, entao a se sair em alguns erros de digitação eu na,ame não quero corrigir porque eu to muito tenso escreverndo esmsm e acho que deixar do jeito que sair e´n u ma maneira de retrarar como isso mexe comigo.
-[
EU tava no estágio final, pra quem não sabe o Kefka é difivido em várioas partes. Tem a parte dos pe´s, depois o corpo, depisi a cabeça. É tudo meio grotesca, a arte do jogo, umas formas juntas, um monte de forma humana amalgamada., sei lá,, coisa que só os jogos napkenses comseguem efazer, tipo o vilão lao do Erathborunf que galera vala que vê até um feto, coisa insintira. Bizarro demais.
Mas blz, é jogo, de boas. E eu até consegui andmininstar mbe a batalha, cheguei no final com uma oa fantavvamem vangatage
Vang
Vantagem
E depois de um tempo derorrei o kfefa.
Mas car,a eu não lembrava que a morte dele era tão lenta, e tão sofrida. No diálogo fina, ficava aparecendo:
FATHER: ..................FATHER: ..................
FATHER: ..................
Enquanto ele definhava. Mano, era horrível, aquela musiquinha sinistra de fundo, parecia que tinha uma sonda do inferno dentro do meu cérebro me cuturabcdo, mas ao mesmo tempo era uma muscia épica, zunindo na TV de tubo. Uma sensação incômoda demais. Eu sozinho em casa, coisa ruim, mau agouro, credo.
Pois é, daí o jogo devia acabar, ia ter aquela cutscene fantástica de todo mundo indo embora na nave, etc. Mas não foi isso que aconteceu.
Lembram que eu disse que tinha o DEAD (Strago) na party? Então. Depois que o Kefka (ou FATHER) morreu, ficou só a party, como se fosse rolar um diálogo, ainda dentro da tela de batalha. Daí acotneceu uma dessas cenas em que o computador escolhe as magias e itens pra vc, pra fazer alguma coisa dramática. Mas tb não era uma coisa que eu me lmebrava de ter acontecido no jogo original.
Aparecia a animação de todo mundo (menos o kefka0 de sair da batalha correndo. Mas de repente todo mundo parava e voltava. O cursor vai pra cima do Strago (DEAD) e vai em Magic. Dentro de Magic, dá pra ver que ele ta com 9999 de MP. Dai o cursor escolhe FLARE, que é a magia mais forte de fogo (eu acho...). Só que depois disso o cursor fica em cima do proprio strago e aciiona o Flare. Vem o Flare, dá MUITO dano no strago mas ele não morre. Dai ele repete, e solta outro Flare, e dá mais um monte de dano. Depois idsso, ele escohe as magias mais fortes de gelo, ar e raio, e solta sobre ele mesmo, dando tudo 9999 de dano, mas ele não morre. Fica com 0 de HP, contnuan dando dano , mas ele não morre.
No final a animação dele muda praquela que ele tá cabisbaixo, a tela vai ficando em fade out, aparece mais um diálogo:
FATHER: ................
FATHER: …………….
FATHER: …………….
E fica essa caixa de diálogo. Tento apertar de tudo, e nada funciona. Fica travado. O jogo fica nessa.
Reseto, e da primeira vez o jogo nem carrega. Da segunda vez, o jogo entra na tela inicial mas não consigo carregar nenhum save (nem os meus).
Fiquei perturbado, e por uns três dias nem toquei mais no nintendo. Fiquei incomodado e perturbado por causa de uma coincidência: recentemente meu pai teve um câncer no cérebro e infelizmente morreu. Foram dias terríveis. Foi a primeira vez que eu fui a uma UTI, isso em plena pandemia, e foi pra ver meu pai careca, costurado e babando. Todos os momentos que a gente passou junto, mesmo nossa relação nunca tendo sido a melhor, tava resumida ali naquele catarro escorrendo da boca dele, enquanto ele tava inerte, sem conseguir falar, sei lá sentindo ou pensando em quê. Isso mexe com qualquer um. Ver no jogo aquela coisa deformada com o nome de FATHER, e depois ver o Strago tentando se suicidar mexeu bastante comigo. Coisa que eu preciso conversar seriamente com meu terapeuta. Foi uma coincidência, mas me deixou perturbado. Não tenho conseguido dormir. Eu sonho com o kefka, com aquela coisa horrível, com o suicidio mal sucedido do strago, com o wrexsoul de dentro da cabeça do Cyan que eu nunca vou derrotar. Isso tudo mexe demais comigo e por isso eu quis compartilhar com vocês. Um pouco antes de escrever esse relato, eu tentei jogar de novo pra ver se aparecia alguma coisa. O que apareceu na tela foi isso:
...
Pois en~toa eu decidi me livrar do cartucho. Criei uma conta com dados falsos no mesmo aplicativo e anunciei o cartucho, com o mesmo rótulo mal colocado. Três pessoas vieram falar comigo, aqui mesmo da minha cidade. Vou vender para quem pagar mais caro.
Aqui na minha cidade nem tem uma cena tão forte assim de retrogaming, então de certa forma saí no lucro ao achar tão rpaido gente pra me leivirar do cartucho.
Isso tudo que eu relatei aconteceu nas últimas 5 semanas. Eu preciso falar com meu terapeuta.
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2020.07.23 10:46 diplohora Bruno Rezende : meus estudos para o CACD Parte IV - SUGESTÕES DE LEITURAS pt3

ESPANHOL
Para todos os idiomas, recebi boas recomendações do site http://uz-translations.net/.
Para dicionários de Espanhol-Espanhol, já recebi boas recomendações do Diccionario de la Lengua Española (Real Academía de La Lengua Española). O Diccionario Salamanca de la Lengua Española e o Señas: Diccionario para la Enseñanza de la Lengua Española para Brasileños também são recomendados. Na internet, consulte: http://buscon.rae.es/draeI/. Para Espanhol- Português, acho que qualquer um deve valer. Na internet, o Michaelis pode ajudar (http://michaelis.uol.com.b).
Um professor recomendou-me o livro Temas de Gramática del Español como Lengua Extranjera, de Dorotea Inés Lieberman (Ed. Eudeba), só não sei se está disponível para venda no Brasil. O último Guia de Estudos que trouxe indicação de Gramáticas recomendadas para o estudo de Espanhol foi o de 2007, que sugeria:
GONZÁLEZ HERMOSO, Alfredo. Conjugar es fácil en español de España y América. Madrid, Edelsa, 1997.
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Esbozo de una nueva gramática de la lengua española. Madrid, Espasa- Calpe, 1996.
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Ortografía de la lengua española. Edición revisada por las Academias de la Lengua. Madrid, Espasa-Calpe, 1996.
SECO, Manuel. Gramática esencial del español: introducción al estudio de la lengua. Madrid, Espasa- Calpe, 2001.
SILVA, Cecilia Fonseca da. Los falsos amigos en español y portugués: interferencias léxicas. Rio de Janeiro, Ao Livro Técnico, 2003.
& SILVA, Luz María Pires da. Español a través de textos: estudio contrastivo para brasileños. Rio de Janeiro, Ao Livro Técnico, 2001.
Confira, também, o site:
http://conjugador.reverso.net/conjugacion-espanol.html - para conjugação de verbos em Espanhol
Para a leitura de periódicos em Espanhol, são recomendados, por exemplo: El País (www.elpais.es), El Mundo (www.elmundo.es), La Nación (www.lanacion.com.ar) e Clarín (www.clarin.com).
FRANCÊS
Para todos os idiomas, recebi boas recomendações do site http://uz-translations.net/.
Para dicionários Francês-Francês, são recomendáveis: Le Petit Robert, Le Micro Robert e Le Petit Larousse. Na internet, consulte: . Para dicionários Francês-Português, acredito que sirvam os dicionários da Larousse, da Ática, da Michaelis e da Editora Globo. Na internet, o site da Michaelis também pode ser útil (htt)p://michaelis.uol.com.b).)
Todos os professores de Francês de que já ouvi recomendações sugerem a Grammaire Progressive du Français, disponível nos níveis Iniciante, Intermediário e Avançado. Todos os três estão disponíveis para download no “REL UnB”. A Nouvelle Grammaire Française, de Jenepin Delatour, é também recomendada.
Confira, também, os sites:
http://www.educaserve.com/index.php - 204 lições on-line gratuitas http://francoclic.mec.gov.b - disponibiliza o método “Reflets” on-line, além de vários
outros recursos relacionados à língua francesa.
http://www.leconjugueur.com/ - para conjugação de verbos em Francês
http://lepointdufle.net/ - diversos links de cursos gratuitos, de dicionários de diversos tipos e de gramáticas. Há, também, diversas referências de cultura francesa (arte, teatro, música, cinema, literatura etc.).
http://www.francaisfacile.com/ http://www.revistafrancesa.com http://linguafrancesa.wordpress.com/ http://cursodefrancesonline.blogspot.com/ http://cursofrancesgratis.blogspot.com/
Para a leitura de periódicos em Francês, são recomendados, por exemplo: Le Monde www.lemonde.fr, Libération www.liberation.fr, Le Figaro http://www.lefigaro.fr, L´Express www.lexpress.fr, Le Nouvel Observateur www.nouvelobs.com e Le Monde diplomatique www.monde-diplomatique.fr.
GEOGRAFIA
Alguns dizem que, para ir bem em Geografia, na primeira fase, basta saber três coisas: “a África est urbanizando, a indústria est desconcentrando e o Nordeste est ‘bombando’”. Obviamente, n~o é tão simples assim, mas, de todo modo, são três tópicos bastante recorrentes (além de Geografia física, ocasionalmente). Como Geografia é a matéria de menor peso na primeira fase, muitos não dão muito valor. Sugiro, entretanto, uma leitura, ainda que rápida, de alguns pontos principais (urbanização, desconcentração industrial, Geografia física). Como você verá a seguir, sugiro três livros (com a possível exclusão de um deles) como basilares para a prova de Geografia da primeira fase. É um pouco difícil dizer se determinada leitura é suficiente ou não, especialmente para uma prova como o CACD. De qualquer forma, acredito que, com essas obras, o candidato tem boas chances de ir bem na primeira fase. Para a terceira fase, não sei o que recomendar. A prova de 2011 foi meio louca, tive de juntar conhecimentos aleatórios com um toque de enrolação. Se fosse fazer o concurso novamente, não sei se perderia muito tempo estudando outra obra de Geografia, como alguma do Milton Santos, na esperança de acertar qual será a loucura da banca no próximo ano.
- Manual do Candidato: Geografia (Bertha Becker): o mais útil da obra é que ela segue a mesma divisão de conteúdos prevista no Guia de Estudos de Geografia. Isso ajuda tanto a controlar quais aspectos você já estudou e quais ainda faltam quanto a buscar esse Manual, diante da falta de determinados conteúdos em outras bibliografias, para complementar seus estudos. Uma raridade entre os manuais (possivelmente, pelo fato de o nível de cobrança de Geografia não ser tão elevado quanto o de outras disciplinas), o manual é, em geral, bastante completo. Não diria que ele é suficiente, mas é quase (a parte de “Macrodivis~o natural do espaço brasileiro”, especialmente, é muito fraca e incompleta). Eu arriscaria dizer que o Manual do Candidato: Geografia da Bertha Becker e os outros dois livros a seguir (com a possível exclusão do Oliva e Giansanti, não tão indispensável assim, embora importante em alguns aspectos) formam a trilogia sagrada para a primeira fase. Para a terceira, de uma maneira geral, uma coisa ou outra escapa ao conteúdo dessas obras, mas nada que você n~o possa completar com um “miltonsantês” aqui e uma “enrolaç~o” ali. O problema mais importante é que ficar apenas com o “mais geral” n~o é mais suficiente, e passa a ser fundamental, nos estudos para a terceira fase, consolidar e aprofundar conhecimentos. Aí, ler apenas essas obras não será, de maneira nenhuma, suficiente. Sugiro procurar artigos variados na Internet, dados disponíveis nos sites dos Ministérios (principalmente MMA e MAPA), do IBGE etc. Ler as melhores respostas dos Guias de Estudos dos últimos CACDs também pode ser (assim como para todas as demais matérias da terceira fase) importante fonte de tópicos a serem pesquisados (cuidado, apenas, para não tomar aquelas respostas como perfeitas; mesmo respostas com nota máxima possuem, às vezes, alguns erros; use-as como um panorama geral e como uma seleção de determinados tópicos e dados relevantes, aprofundando seus conhecimentos com leituras adicionais).
Obs.: cuidado, pois há outra edição mais antiga do manual, da Regina Célia Araújo (não cheguei a ter contato com esse mais antigo, mas já ouvi bons e maus comentários a respeito).
- Projeto de Ensino de Geografia - Geografia do Brasil (Demétrio Magnoli): é de Ensino Médio, mas cobre boa parte do que você precisa saber de Geografia do Brasil para o concurso. Bastante importante. Acho que não está mais sendo editado, mas pode ser encontrado em sebos. O Geografia para Ensino Médio, também do Magnoli, pode substituí-lo.
- Temas da Geografia do Brasil (Oliva e Giansanti): complementa o anterior. Recomendo leitura seletiva dessa obra (com maior atenção para a seção 5 – Os Sistemas Naturais e o Espaço Geográfico do Brasil; as outras seções também têm uma coisa ou outra mais importante, talvez valha a pena uma leitura rápida, fazendo anotações pontuais). Apenas cuidado (e isso vale tanto para o Oliva e Giansanti quanto para o Magnoli) com a atualidade dos dados fornecidos. Observem a data de publicação das obras (Oliva e Giansanti, por exemplo, é de 1999) e não levem em consideração dados que podem ter mudado de lá para cá. Quando as obras falarem, por exemplo, que “o maior produtor de soja do Brasil é o estado de xxx”, confira em outras fontes (preferencialmente, no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ou no Ministério do Meio Ambiente, por exemplo), para saber se os dados continuam válidos.
- Projeto de Ensino de Geografia - Geografia Geral (Magnoli): além de ajudar um pouco em Geografia (principalmente para a terceira fase, eu diria, haja vista as questões recentes sobre minérios na África ou sobre migrações internacionais, por exemplo), pode ter alguma coisa boa para Política Internacional também, mas não é imprescindível.
- O Brasil: Território e Sociedade no Início do Século XXI (Milton Santos e Maria Laura Silveira): mais importante para a terceira fase que para a primeira. De todo modo, não estudei por ele tanto por preguiça quanto por falta de tempo, e acho que não perdi muita coisa. Acho que, além de chato, é pouco objetivo.
“Miltonsantês”: ainda que n~o tenha caído recentemente nas provas da primeira fase, a Geografia de Milton Santos é fundamental para a terceira fase. Conhecer os conceitos usados pelo autor é importante não apenas porque podem ser objeto de questões na terceira fase (como o foi em 2010, em que uma questão pedia para descrever a divisão do Brasil proposta por Milton Santos e por Maria Laura Silveira), mas também porque o uso de conceitos do “miltonsantês” em todas as questões de Geografia da terceira fase enriquece sua resposta e agrada à banca examinadora (desde que usado com prudência). Possibilidades são procurar na internet artigos que tratem do assunto, além, é claro, da leitura (não muito prazerosa, eu diria) de livros do autor. Na obra Território Brasileiro: usos e abusos (Maria Adelia Aparecida Souza) e no supracitado Temas da Geografia do Brasil (Oliva e Giansanti), segundo recomendações que recebi, há bons resumos dos conceitos do autor. Para a primeira fase, não é necessário preocupar-se muito com isso (o que caiu de Milton Santos na primeira fase de 2011, por exemplo, seria facilmente depreendido da interpretação do texto apresentado na questão). Caso pretenda fazer cursinho preparatório, é bem provável que o professor dê isso em sala. No “REL UnB”, h diversos resumos de vrios livros do autor.
- A Condição Pós-Moderna (David Harvey) – ler apenas capítulo 9 (“Do Fordismo { Acumulaç~o Flexível”).
As seguintes obras foram indicadas por diferentes fontes, mas não cheguei a lê-las. De qualquer forma, ficam as sugestões.
- A Nova Dinâmica da Agricultura Brasileira (José Graziano): ler o primeiro capítulo.
- A Ordem Ambiental Internacional (Wagner Costa Ribeiro): li só o resumo, que está disponível no “REL UnB”.

- Atlas da Mundialização

- Atlas de La Mondialisation (Sciences Po)
- Atlas do Brasil (Hervé Théry) – já me foi muito bem recomendado, com as ressalvas de que a parte de crescimento não é tão boa e de que há muitos dados desatualizados.

- Atlas Nacional do Brasil (IBGE)

- Brasil: uma Nova Potência Regional na Economia-mundo (Bertha Becker e Cláudio Egler)
- Continente em Chamas: Globalização e Território na América Latina (Maria Laura Silveira) – destaque para o capítulo 3.
- Contribuição para a Gestão da Zona Costeira do Brasil (Antonio Carlos Robert Moraes)
- Geografia Humana, Sociedade, Espaço e Ciência Social (Derek Gregory, Ron Martin e Graham Smith) - cap. 1, 2, 4 e 8.
- Geografia: Conceitos e Temas (capítulo de B. Becker: "Geopolítica na Virada do Milênio")
- Geografia: Pequena História Crítica (A.C. Robert Moraes): não li, mas me recomendaram como boa alternativa para o estudo de história do pensamento geográfico.

- L’Atlas du Monde Diplomatique

- Metamorfoses do Espaço Habitado (Milton Santos): segundo recomendações, pode ser boa introduç~o ao “miltonsantês”.
- Novas Geopolíticas (José William Vezentini): sobre a história do pensamento geopolítico.
- O Corpo da Pátria (Demétrio Magnoli): não passei nem perto, mas joguei o título do livro em uma questão louca da terceira fase, como se eu soubesse alguma coisa que o Magnoli fala nele. Até que deu mais ou menos certo.
- Por uma outra Globalização (Milton Santos): não li. Meu professor no cursinho repetiu tantas vezes os conceitos do “miltonsantês” que eu senti que, para entender um pouco o pensamento do autor, não tinha de ler as obras. Se você tiver acesso a bons resumos e/ou a relações de conceitos do “miltonsantês”, acredito que a obra pode ser dispensvel. H resumo no “REL UnB”.
Várias fontes na Internet pode, também, ser úteis, como as páginas do governo federal (Portal Brasil: PAC - http://www.brasil.gov.bpac; Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - http://www.agricultura.gov.b; Ministério do Meio Ambiente - http://www.mma.gov.bsitio/; Ministério da Integração Nacional - http://www.integracao.gov.b etc.).
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2020.04.17 06:57 VoxelRiot Eis outro exemplar.

Alguma alma caridosa que faça o favor de ler? Se tiverem interessado em mais, isto é apenas o capitulo 4. Tenho 10, com dois deles incompletos.
Peço desculpa pela formatação de merda, mas a culpa é do reddit. Se tiverem interessados em mais, eu mostro o resto em troco de opiniões.
Longínquo vai o tempo das novidades. Quando Iluz passeava com Jillia pelo braço nas ruas de Arge. Falavam com os comerciantes para ouvir de terras distantes, ou viam com olhos brilhantes os espetáculos dos saltimbancos.
Iluz preocupava-se em ajustar os músculos ao tamanho da roupa e aparar a barba diariamente. Fazia jus ao estereótipo do Biomancer atraente.
Todos os dias chegava a casa perante um sorriso e lanche. Com roupa de pano branca acastanhada ao tom da terra, e suor a escorrer pela careca. Jillia por sua vez, lia sobre herbanária para melhorar Biomancy e fazia chá com o que aprendia.
Ah, ela era e é tão bela. O cheiro a rosas que espalha pela casa. O cabelo apanhado brilha à luz das velas. Figura esculpida nas brasas a dançar no vento. Pele casca de noz temperada pelo libido.
O melhor período da vida, veio depois de receber o bebé embrulhado em azul. A cor extinta que vale fortunas. A velha prometeu e cumpriu com cinquenta mil Celestes ano até aos dezoito. E assim construíram a quinta.
Jillia dançava e cantava com o bebé nos braços ao estender a roupa pelos frescos pastos. Iluz imaginava a mesma melodia para seus futuros filhos. Acordava embalado pelo sonho duma grande família. Mas tudo mudou com o requerimento militar.
Iluz franze os olhos ao pensar no assunto. Voltou coberto pela cicatriz gigante. Ela começa no abdómen e espalha-se pelo corpo como um ramo de oliveira. Os únicos que sabem da sua origem, são os antigos colegas de exércitos, porém também desprezam esses tempos.
Hoje, a deixar de ser quarentão, não liga a mexericos e caprichos na aldeia. Caminha pelas ruas de Arge a tentar passar despercebido no meio da multidão. Preso no silêncio da mente a sofrer de antecipação das burocracias do dia seguinte.
Os dias são todos iguais. Mesma terra castanha com raízes soltas pelas ruas. Mesmas casas de madeira com as mesmas pessoas à porta. Todas vestidas com os mesmos panos brancos com a mesma conversa. O vento que guia as nuvens é o mesmo que passa na careca e avisa do inverno. As únicas experiências novas pela frente são responsabilidades.
E para se livrar delas, Iluz entra na taberna. Cheia de pessoas, mas vazia de companhia. Abriu há minutos e os amigos estão por chegar. Então para fazer tempo, chega ao balcão, cumprimenta o taberneiro e pede um copo de bagaço.
Primeiro copo do dia. Já é tradição bebê-lo sozinho com as costas no balcão e olhos ambulantes. Passam de mesa a mesa, todas elas de madeira antiga cheias de falhas e inscrições feitas com navalhas… Com as mesmas pessoas e o mesmo barulho de fundo… Iluz solta o mesmo suspiro do costume.
Final da tarde e o pôr-do-sol já não ilumina a taberna. O taberneiro movimenta-se entre as mesas a acender as velas presas nos pilares de madeira. Talous, o bardo Cybermancer local, recebe o sinal para começar a cantar.
Iluz revira os olhos. Não é grande fã do bardo. Acha tudo nele ridículo. Tudo. Os collants vermelhos e o fato de seda verde com suspensórios violeta. A boina amarela que parece uma omelete descaída. E pior, os quatro amplificadores espetados na cara. Dois por cima de cada sobrancelha, como se precisasse deles para as prender.
Contudo, apesar da aparência do bardo, a curiosidade vence e ouve-o a cantar. As notícias que repudia são das poucas novidades do dia.
Talous canta um soneto.
‘’Dormia descansada Gertra Torsket
Mas acordou pouco após as sete
Com uma dor pior que uma machete
Iria nascer o novo bebé Torsket
General Bupson estava contente
por finalmente ver a semente.
Nove meses de espera dementes
para do terceiro ser parente.
Mas a intensa dor prevaleceu
E assim a bela Gertra concedeu.
Foi hoje de manhã que faleceu
Meus pêsames ao General Torsket
Muito Obrigado aos aqui presentes
Aceito pagamento em Celestes’’
Talous dá uma pirueta pelo ar, faz uma vénia e extende a boina ao homem mais próximo.
O homem abana a cabeça e mostra-lhe as costa.
Iluz leva a mão ao rosto para lavar o constrangimento. Porque é que ainda gasto tempo com bardos... Quero lá saber do que se passa na outra ponta da ilha... Pensa Iluz ao pousar o copo vazio.
Talous é um Cybermancer, por isso comunica com outros como ele à distância. Como existem vários espalhados pelo mundo com amplificadores, tem uma rede onde a informação circula instantaneamente.
Iluz não compreende a utilidade deles. Afinal, para quê falar com desconhecidos distantes, quando é melhor dar novidades a beber copos. E pior! O despudorado anda com aquelas atrocidades na cara! Iluz nunca deixaria alguém furar-lhe a cara de livre vontade.
O bater da porta na parede chama a atenção de Iluz. Duher e Ubin chegaram, ainda vestidos com o uniforme de guarda. Uma camisola verde, calças de pele e um casaco castanhos com tecido negro de Needlemancy cosido nas mangas.
''São três copos! Do bagaço mais forte que houver!'' - Diz Iluz ao meter dez Celestes no balcão.
’Ele quis dizer seis!’’ - Grita Ubin ao colocar as suas mãos, carnudas como chouriço nos ombros de Iluz. Hoje está alegre como quem descobre cinquenta Celestes no bolso. - ‘’Iluz seu espectro mal amado! Adivinha o que me aconteceu hoje!’’
‘’O quê?’’
‘’Fui promovido a Sargento! Para a semana estou em Serilena!’’ - Ubin sorri. - ‘’Abençoados sejam os bandidos que lhes tem dado problemas!’’
Ubin é Biomancer como Iluz, porém especializado em humanos. É o único dos três amigos na casa dos cinquenta. Mas com a aparência de trinta e cinco e corpulento como um boi. A barba é aparada à definição do queixo e o cabelo negro aprumado como nobreza.
Será um bom sargento. Tem a cara áspera e desgastada com sobrancelhas a engolir os olhos. Quando desconhecidos no exército, Iluz lembra-se de sentir como ser uma criança perto do pai mal humorado. São poucos com quem partilha o riso.
‘’Parabéns seu filho dum espectro!’’ - Iluz coloca os braços à volta de Ubin e puxa-lhe a cabeça para junto da sua.
Duher, contudo, morde o lábio e debruça no balcão. Puxa dum copo e dá um gole comprido. Fica com bagaço no bigode já mais cinzento que preto.
''Nunca vou perceber porque usam os espectros como insulto para tudo.'' – Diz Duher a deambular o copo como um badalo. - ''Se soubessem o que é andar a vida toda à procura dum...''
‘’Sim Duher... Porquê é que os bichos que chupam sangue e trazem azar são usados como insultos.’’ - Ironiza Iluz ao esvaziar o copo. - ‘’Pelo menos vocês Kuniks podem ter rebanhos de filhos!’’
‘’'E os Mancers têm tudo, sem ter que fazer nada!’’ - Diz Duher ao emborcar o resto do copo. Tem olheiras negras atrás duma fina franja esbranquiçada.
‘’Calem-se e bebam! Hoje o dia é para festejar!’’ – Diz Ubin a pegar nos copos no balcão e a colocá-los nas mãos de Iluz e Duher. Iluz nunca percebeu porque os espectros são tabu para Duher. É mais provável um Kunik ir da pobreza à riqueza em Serilena, que ser escolhido por espectros. Aliás, para quê ter coisas conscientes a segui-lo? Para Iluz, o principal benefício deles é a facilidade de reprodução.
Iluz passaria fome por Rahel. Mas inveja os oito filhos de Duher. Imaginava-se a ficar velho na quinta com meia dúzia de pequenos Iluzes e Jillias. Contudo, Mancers têm baixa taxa reprodutiva e nunca conseguiram mais.
Mas está feliz com Jillia. Apesar de só ter uma filha, tem a certeza que vai herdar Biomancy. Se Iluz tivesse casado com uma Kunik, teria mais filhos. No entanto, cada teria as mesmas hipóteses de ser Kunik ou Biomancer.
Pensamentos na quinta fazem Iluz debruçar sobre o balcão. Duher ao reparar em Iluz, coloca de parte a discussão mete-lhe as mãos nas costas. - ''Então o que é que se passa?''
‘’Aquele gaiato estúpido…’’
‘’O que é que ele fez desta vez?’’ - Pergunta Ubin a encostar ao balcão.
‘’Deixou de ser gaiato…’’ - Iluz vinca as unhas na mesa ao cerrar o punho. - ‘’Já fez os dezoito e vou deixar de receber os Celestes…’’
‘’Então já o podes expulsar! Como já queres fazer há anos.’’ - Diz Duher.
‘’De manhã discuti com a Jillia sobre isso. Ela não o quer expulsar. Para ela, é tanto filho como a Rahel.’’ - Iluz emborca o resto do copo. - ‘’Mais três copos!’’
O taberneiro a encher os copos preenche o silêncio dos amigos sem saber o que dizer.
‘’Eu bem tento ignorá-lo. Eu tento esquecer que é um Electromancer…’’ - Iluz agarra no copo que o taberneiro mete no balcão. - ‘’Mas escolher apatia não faz desaparecer a raiva e o ódio.’’. - Iluz dá um gole e aperta o copo metálico. O bagaço derrama sobre a mão.
''Estes três vamos bebê-los duma vez'' - Diz Ubin a elevar o copo. Tenta mudar de assunto. - ''Bem estás a precisar.''
Iluz e Duher levantam os copos e dão o brinde. Depressa vai à boca e num gole desaparece. Os três copo batem no balcão simultaneamente enquanto recuperam o fôlego com caras distorcidas.
Ubin sorri da promoção. Duher sorri por ser o mais franzino. Iluz sorri ao apertar mais o copo. Os cantos frios e afiados do metal amolgado cortam a pele. Prazer como tocar em metal fresco em dia quente.
‘’Odeio aquele gaiato... Que sufoque num espectro!’’ – Diz Iluz ao destruir o copo.
''Mais três copos!'' - Diz Duher ao taberneiro. Franze o olhar e tenta ignorar o comentário dos espectros.
‘’Cada vez que vejo aquela cara. Com aquele sorriso estúpido só me lembro disto.’’ - Iluz aponta as cicatrizes na cara, com o dedo estremecer com a voz. - ‘’Aquela noite.’’
‘’Não penses nisso! Pensa que por causa do exército agora estamos aqui os três juntos.’’ - Diz Ubin a levantar o copo para outro brinde. - ‘’Vá bebe mais outro que já te começas a sentir melhor!’’
Iluz não espera pelo taberneiro e rouba-lhe o copo da mão. Este gesto e o copo estragado, normalmente levaria é expulsão. Porém o taberneiro não quer perder o melhor cliente.
Iluz nem pede desculpas. Ergue o copo e espera que se juntem ao brinde. Em segundos desaparece outra rodada e assim continuam até á hora de jantar.
Iluz sai da latrina e retorna aos amigos. No regresso pisa metade dos pés na taberna e zanga-se com cinco desastrados que foram contra ele. Os seus braços ganharam a flexibilidade da cauda duma vaca e o campo de visão caiu para metade. Mas Iluz consegue achar Ubin e Duher, quase a dormir de cabeça encostada ao balcão.
''Adorvos mastenho dir pacasa...'' - Murmura Iluz e volta para trás sem despedida.
No caminho até á porta da taberna, Iluz pisa os restantes pés e empurra uma cadeira. Espectros! A mobília não tem cuidado ou educação! Não param de ir contra ele.
Sai da taberna ao anoitecer. Mas está preparado para voltar à quinta. Confiante. Começa a caminhada e tudo corre bem. Até que se farta. Por mais que caminhe, nunca mais chega. Ainda está nas portas da aldeia e sente que está a andar há mais de meia hora.
Ele sabe que está a deambular entre casas. Mas não há justificação para demorar tanto. Então tem uma ideia genial!
Iluz vai tentar usar Biomancy para ficar sóbrio e chegar a casa depressa. Um plano infalível. Nem sabe porque nunca pensou nisso antes. No dia seguinte quando contar a Ubin vai parecer um verdadeiro génio.
Contudo, não acontece nada do que espera. O corpo pulsa sem controlo. Os membros começam a ficar musculados, gordos e magrinhos simultaneamente em zonas distintas. A camisola rasgasse no abdómen e solta a barriga gorda que rapidamente se transforma em abdominais e vice-versa.
Mas de certa maneira funciona. Iluz fica um pouco mais sóbrio ao sentir o corpo a pulsar. No entanto, Iluz perde o equilíbrio. Inclina-se contra uma árvore e agarra o tronco para estabilizar a transformação. Porém, as dores de fome fazem-no desistir e ficar encostado à árvore. O corpo pára de transformar e fica desproporcional.
O braço direito tem os músculos inchados num melão e os ombros mais largos que a árvore. A barriga é uma horta de pele flácida e as pernas demasiado magras como o cabo duma enxada. Esqueléticas até. Mas Iluz não pode ficar parado. Continua o caminho a utilizar o braço músculado como apoio. Até o cansaço ganhar e perder o equilíbrio.
A cabeça vai ao chão e solta um grunhido. Morde os dentes com toda a força enquanto expira e inspira de cansaço. Deitado na terra fria de barriga para baixo. Ele quer chegar a casa, mas a força de vontade desaparece. Espectros para isto... pensa Iluz com estômago a dobrar-se. Ele sabe o que aí vem. Tenta resistir. Mas em vão... Iluz vira-se para o lado e vomita.
Usa as migalhas de força para virar para cima e fechar os olhos. Sente o cheiro e a viscosidade do vómito nas costas. Mas o breve alívio seguinte, leva-o num transe para o passado.
Lembra-se de ser acordado de madrugada com o som de trovoada. Lembra-se de ver a tenda a ser arrancada do chão e a voar puxada pelas estacas. Lembra-se do Electromancer com capa negra e inúmeros amplificadores na cara a atacar sozinho o batalhão.
Raios eléctricos como trovões saíam-lhe do corpo. Todos os aparelhos metálicos como espadas, escudos e jaulas com animais voavam à sua volta. Como se fosse o epicentro duma tempestade metálica.
Os militares deixaram de lutar. Estavam a tentar fugir e sobreviver. Cães que Iluz treinou, eram arremeçados dentro das jaulas aos seus colegas.
Lembra-se dos gritos. Lembra-se do ganir. Lembra-se de se esconder no meio dos destroços, agarrado aos joelhos e a tremer com o medo de nunca mais ver Jillia. Quando por acaso, um raio do Electromancer lhe acerta. E tudo se apagou.
Iluz acordou semanas depois, com uma cicatriz enorme a cobrir o corpo e com maior sentimento de insignificância. O homem que quase o matou, nem se apercebeu da sua existência. Foi só mais um dos milhares de raios que soltou naquela noite. Foi só mais um dia para ele. E Iluz foi só mais um.
Após minutos que pareceram horas. Deitado no próprio vómito e a ser assombrado pelo seu passado, Iluz ouve galopar pelo trilho abaixo. Tenta virar-se e ver quem se aproxima. Mas o corpo ainda atrofiado, não obedece e continua deitado.
Até que vê patas de burro a parar ao seu lado. Ouve duas pessoas a descer ao som do ladrar de cachorrinho. Dois estranhos falam entre si. É a voz dum homem e duma adolescente. Iluz tenta ver os salvadores. Mas na escuridão e com visão distorcida, vê apenas duas silhuetas sem caras vestidas de branco. O homem é alto, magro e com cabelo comprido. E a adolescente faz-lhe lembrar Jillia com roupas sujas de preto.
Os estranhos tentam levantar Iluz. Contudo, por mais que tentem, o corpo inanimado acaba no chão. As pernas esqueléticas não tem força ou equilíbrio para aguentar o resto do corpo.
''Moody deita no chão.'' – Diz o homem. Uma voz familiar mas ainda indistinguível.
O burro obedece. Os estranhos agarram nos braços e arrastam-no pelo vómito para cima do burro. A sua cabeça fica encostada à crina, o braço músculado a servir de almofada e o outro balançar no ar. As pernas vão presas na sela. E com o cavalgar, Iluz adormece.
Horas depois, Iluz acorda num monte de palha mal iluminado. Deduz que esteja no estábulo pelo cheiro a cavalo e carvão, embora não saiba como lá chegou. A última coisa que se lembra é de beber com Duher e Ubin. O corpo normalizou, no entanto sente o estômago oco. Como se tivesse usado Biomancy. Mas não deve ser isso, usar Biomancy embriagado soa a ideia terrível.
Ouve os kuniks a cantar em coro no exterior. Estão felizes e animados. Distraídos com futilidades. Um som que por norma ignora, mas neste momento o faz querer a arrancar a barba ao dente. Iluz levanta-se e quase perde o equilíbrio. Não está tão sóbrio como esperava. Os primeiros passos foram difíceis, mas depois ganha o ritmo.
''Boa noite patrão.'' – Diz Tortgard de vassoura na mão. - ''A Rahel deixou uma merenda preparada. Está alí na mesa de poker.''
Iluz só quer comer e dormir. Mas a dor de cabeça... O barulho… O coro dos Kuniks como bois exaltados. O raspar da vassoura na madeira. O respirar dos cavalos. O vento.
Iluz fixa Tortgard com olhar vermelho envolto de olheiras. Incêndio envolto de pólvora.
‘’Vory, faz pouco barulho.’’ - Sussurra Tortgard. - ‘’O patrão não tá com boa cara.’’
‘’Preocupa-te tu com ele.’’ - Sussurra Vory. - ‘’Trabalho bem no silêncio.’’
Sussurros como riscos nos ouvidos. Iluz chega perto da merenda e dá um murro na mesa. Dói ao ouvido como martelar pregos em ferro.
Vory engole em seco. - ‘’O outro lado do estábulo também precisa ser limpo.’’
‘’Sim, é melhor ir para lá.’’ - Diz Tortgard.
Iluz puxa do banco e senta-se à mesa. Passa o braço e atira todo a palha, os feijões e cartas para o chão. E finalmente morde a merenda.
Foi feita por Rahel às escondidas de Jillia certamente. O pão e a alface estão secos, o queijo com bolor e a carne tem pontos esverdeados. É feita de sobras. Mas sabe tão bem na mesma. Entre as dentadas, ele sorri ao encher-se com um calor de prazer.
Mas o êxtase acaba. Iluz coloca os punhos na mesa e levanta-se. Os pés arrastam-se pela palha. As tonturas fazem o mundo divagar a cada passo. Sai do estábulo e sente o sopro de lucidez. O ar exterior é leve e liberto. Porém, o cantar fica mais alto.
Inspira a tapar a explosão. Mas solta um suspiro de alívio ao ver Rahel a aproximar-se.
Iluz força o sorriso. Mas em vão. Os olhos estão pesados e a mente nublada. Em vez de sorrir, Iluz mostra os dentes com olhos desnivelados.
''Pai! Pai! Advinha o que encontrei!'' - Diz Rahel.
''O quê?'' – Murmura Iluz.
''Um Cachorrinho. Podemos ficar com ele?!'' - Diz Rahel ao fazer o seu melhor beicinho.
Porém Iluz olha para o chão. Olha para Rahel. Olha para trás. Mas não encontra nada.
Só vê Tortgard pelo canto do olho. Ele olha Rahel e abana cabeça de lado a lado. Tem olhos arregalados e um dedo à frente á boca.
Os lábios movem-se em silêncio a soletrar ‘’a-ma-nhã, a-ma-nhã’’ .
''Está ali pai, ele voa.'' - Diz Rahel a apontar para cima. - ''Chama-se Ciza.''
Iluz franze o olhar. Aquilo não é um cachorro. É um espectro.
''Sua tonta. Tu não podes ter espectros. Não és Kunik'' – Diz Iluz a forçar o riso tremido. - ''Vai devolvê-lo a quem o tiraste.''
''Ele é que veio ter comigo e estivemos juntos o dia todo. Ele não tem outro dono'' – Diz Rahel.
Um arrepio atrofia Iluz como um rastilho. Não... Não... O espectro não é dela... A Jillia não me fazia isso... pensa Iluz ao deixar Rahel para trás. Eu já cá estava quando a Rahel nasceu. Mesmo se tivesse andado num reboliço ou outro no meio da palha com alguém, ela pararia quando regressasse... Certo?
Iluz olha para trás e repara nas expressões de Rahel e Ciza.
Rahel estende a mão... E Ciza vem até si sem palavras trocadas.
Rahel faz o beicinho... Ciza faz o beicinho.
''Vá lá pai! Eu tomo conta dele''
Iluz cerra os dentes e esconde as lágrimas. O seu rosto fica vermelho. Os músculos começam a pulsar. A crescer. A rasgar o resto da roupa de pano. Cada pegada maior que a anterior. A fúria alimenta a fome. Marcha em direção á casa e solta um grito que vibra a noite.
''JILLIA!''
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2020.04.10 08:37 Pomiwl Ninguém Precisa Saber Capítulo 2

II. MUITA COISA MUDOU
A luz da lua banhava, junto das milhares de estrelas que a acompanhavam numa imensidão negra, a copa das árvores da Floresta de Mouneet. Deslizando morro abaixo, por entre árvores e arbustos, uma vasta clareira expandia-se ao centro do local. Diana observava o céu — aquele grande poço de tinta escura, manchado apenas por pintas pontilhadas, com o tom de branco tão puro quanto as asas de um anjo. Algumas nuvens cinzentas voavam acima de sua cabeça, acompanhadas de corujas e corvos que encontravam seu caminho de volta para casa. Era a hora dos predadores atacarem. E, mesmo assim, parecia mais bela do que nunca. A garota tornou a folhear a caderneta que segurava em suas mãos. Apoiava suas costas em uma das pedras que espalhavam-se pela clareira, com tamanhos que variavam com constância. Não era confortável, afinal; mas era o que a natureza a disponibilizara no momento. Estava lá, sozinha, sem rumo, sem caminho. Sem qualquer guia, apenas as estrelas que indicavam o caminho ao distante norte. Ajeitou seus olhos com o dedo indicador, os deslizando por seu nariz até que estivesse na posição adequada, cobrindo suas sobrancelhas ruivas como o seu cabelo, vermelho como ferrugem ou como a chama ardente da pequena lareira que crepitava a sua frente. Esticou as pernas por debaixo do cobertor que carregara de sua barraca até o local, para que ficasse mais próxima de sua única fonte de luz e para que pudesse ler suas anotações antigas. Reluzindo a capa de couro negra, as indicações “este diário pertence a Diana Evolwood”, em auto-relevo. Ela inclinava sua cabeça levemente para frente para que pudesse ler o título de cada dia que passara em sua vida, onde registrara tudo que havia acontecido. Às vezes, gostava de relembrar o tempo quando ainda tinha alguma companhia além de Khan, seu fiel gato, que no momento descansava dentro da barraca. Passava os olhos sobre o título de cada dia do diário. “O dia em que fomos acampar”, “o dia em que fomos ao parque de diversões” eram algumas das diversas memórias que vinham a sua cabeça, vívidas como se houvessem acontecido no dia anterior, apesar dos diversos meses que haviam passado desde que tudo aconteceu. Continuava folheando até que deparou-se com uma página em branco, apenas com um largo título no topo da página amarelada. “O dia em que tudo acabou” diziam as letras marcadas por uma tinta preta que manchou levemente o papel. Rapidamente, tornou-se insegura, como se tivesse sido emergida em pura tensão e horror repentinas, seguidos de alguns soluços breves. Por algum motivo, mesmo relembrando todos os dias daquela vazia página, não esperava a encontrar folheando aleatoriamente a caderneta em busca de algumas memórias agradáveis que a fizesse se sentir um pouco mais segura. O coração da jovem acelerou, e ainda mais lembranças vieram à tona. Dessa vez, não era aquele mesmo bom sentimento de nostalgia ou conforto. Era dor. Dor, angústia e desespero. Seus olhos arregalaram-se e, por mais que tentasse lutar contra aqueles pensamentos, não pôde evitar que algumas lágrimas se acumulassem por detrás de seus óculos. Diana encolheu-se, deixando a caderneta cair no chão, levantando uma poeira momentânea e provocando um curto ruído — o suficiente para despertar Khan, que levantou sua cabeça dentro da barraca. Ao menos, era o que sua silhueta através do tecido da tenda mostrava. Lembrou-se do conselho que recebera há algum tempo. “Deve lutar contra seus traumas, mesmo que pensar neles já seja doloroso.” Inspirando um pouco de ar pelo nariz e fungando, recolheu as lágrimas e ergueu novamente seu corpo contra a pedra. Este era o motivo pelo qual estava lá. Não poderia deixar que tudo fosse em vão. Olhou para o céu novamente, que não havia mudado nem por um instante. Qual era o propósito daquilo tudo? Uma garota de sua idade deveria estar na escola, como qualquer outra adolescente. A escuridão costumava a assustar, mas, após conviver com ela por tanto tempo, passou a se sentir segura emergida em um poço sem fundo, onde nada podia ver além de um abismo de incerteza. Este era seu futuro. “Um abismo de incerteza”. Recuperando seu fôlego, pegou seu diário e limpou sua capa de couro com a outra mão. Agora, era sua mão que estava coberta de poeira. Deixando apenas uma única lágrima cair sobre a folha, leu em voz alta um anexo preso à página — uma passagem de jornal, que exibia a imagem de um garoto que se parecia muito com a própria Diana. — “O desaparecimento de Max Evolwood”. Sua voz estava ainda mais rouca do que antes, e suas pálpebras quase caíram sobre os olhos do peso de várias noites mal dormidas que carregavam. Fitou a clareira onde se encontrava. Assegurou-se de que estavam completamente sozinhos. Catou o primeiro graveto que viu a sua frente e jogou sobre o fogo, fazendo com que resquícios de brasas passadas voassem ao alto por um instante e, em pouco tempo, irrompeu-se em chamas, bem como as demais lenhas. Ajoelhou-se na terra, guiando seu corpo pelos seus braços, que encontraram o zíper que fechava a entrada da barraca. Abriu-o, deixando a claridade da lareira invadir o local, que estava bem mais quente do que o lado de fora. Khan estava lá, encolhido, mas ela mal prestou atenção em seu amigo. Carregando seu cobertor que arrastava-se completamente pelo chão, acumulando certa quantidade de poeira e sujeira — fato com o qual ela não parecia se importar — em sua ponta. Levava a caderneta abaixo de seu braço, coberto por inteiro por uma blusa de manga comprida com um delicado tom de escarlate, roupa que já usava há dias desde que havia deixado Lyrion. O teto da barraca era baixo, fazendo com que ela não pudesse se estabelecer de forma tão confortável mas, definitivamente, era bem melhor do que dormir lá fora. O tecido da tenda era esverdeado, camuflando-se entre as cores da floresta. Quando deitava no chão, podia sentir a grama e as pedras espetando seu corpo, logo abaixo daquela fajuta camada de pano. Mas, mesmo assim, o sono da garota era tanto que ela simplesmente repousou a cabeça sobre um amontoado de roupas velhas — que improvisaram como sendo um travesseiro — e fechou seus olhos, mergulhando em um sono profundo.
As luzes da sirene policial brilhavam sobre a parede branca da sua sala, irrompendo pela larga janela de sua casa com força. Diana havia acabado de acordar — o poderoso som provocado pela viatura parecia não ter perturbado somente à ela, mas a todo o bairro, que se reuniu na frente de sua cara para saber o que houve. Mas, a primeira coisa que notou quando abriu seus olhos foi a cama de Max, seu irmão, estava completamente vazia — os lençóis bagunçados, bem como os travesseiros brancos. A partir daí, já tinha um mal pressentimento sobre o que veria a seguir. Seguiu com os pés descalços até o corredor, provocando um irritante ruído quando abriu a porta. Ainda não estava completamente dispersa, esfregando os olhos com o punho fechado e bocejando. Passou por duas portas — o banheiro e o quarto de seus pais. Caminhou em direção à sala. À medida que se aproximava, começou a escutar algumas palavras soltas, interrompidas por soluços vindos de outra pessoa — sua mãe. — Nós daremos o máximo para encontrarmos Max, mas não garantimos nada — comentou um homem desconhecido, vestido com trajes policiais. Se deparou com dois homens que nunca havia visto na vida sentados nas poltronas da sala de estar, enquanto seus pais estavam sentados no divã. Rachel cobria seu rosto, com os cotovelos apoiados sobre as coxas, deixando escorrer lágrimas por seu antebraço. Ed a consolava, passando a mão por seu pescoço, mas também aparentava estar extremamente preocupado. — Acho melhor darmos um tempo para vocês conversarem. Continuaremos com as perguntas depois — finalizou, suspirando ao perceber a presença de Diana que, apesar de não saber exatamente o que acontecia, tinha suas suspeitas. Rachel levantou o rosto. Seu rosto estava inchado e vermelho, com lágrimas queimando em sua face. Estava claramente fraca, os olhos profundos de uma noite mal dormida. Parecia estar prestes a desmaiar a qualquer instante. Diana nunca havia visto sua mãe desta forma. Ela ainda utilizava seu pijama, molhado por pequenos pontos mais escuros que destacavam-se sobre sua blusa branca. Estava trêmula. Ed parecia tentar disfarçar seu choro, piscando frequentemente para livrar-se de suas lágrimas. Diana nunca entendeu, já que a sua vida inteira foi ensinada que você sempre deve demonstrar seus sentimentos, e que guardar tudo para você te faz mal. De uma forma ou de outra, também estava claro o quão preocupado estava. — Ah, minha filha... Mal conseguiu completar sua frase. O piso da sala, gelado, cobria o corpo da garota como um balde de água fria derramado sobre seus cabelos castanhos. Em pouco tempo, já soube o que havia acontecido. Sentiu como se seu coração parasse e saltasse pela sua boca, talvez em busca de um lugar distante onde não precisasse encarar o que estava por vir. E aquelas mesmas palavras ressoaram à sua cabeça, como um eco distante vindo do fundo dos seus pensamentos, claras como um trauma que carregava, e obscuras como o medo e a desconfiança que sentiu naquele mesmo instante, quando viu a boca de sua mãe repetir lentamente, tremendo os lábios: — Max está desaparecido. Em seguida, desabou-se sobre os braços do marido, que a reconfortou. Rachel, depois de gritar sem êxito por ter sua voz abafada por suas próprias mãos, levantou seu rosto contra a garota novamente. Porém, não era tristeza que expressava. Era raiva. Suas sobrancelhas franzidas e seus dentes cerravam denunciavam suas emoções. — Como pôde deixar que isso acontecesse, Diana? Max era seu irmão. Como não pôde o proteger? — disse ela, a ponto de berrar a qualquer instante. Seu rosto estava vermelho como um tomate. — Diana, como é imprestável. Seu próprio irmão... como pôde deixar que isso acontecesse? Você é a culpada aqui. Você falhou. — completou seu pai, que também a encarava subitamente, com os olhos sedentos. — M-Mas, eu... — ela estava confusa. O que estava acontecendo? Como poderia ser sua culpa? Sua mente carregou-se com um turbilhão de emoções em instantes. Ela havia... falhado? — Sem “mas”, garotinha. Você já tem idade o suficiente para ter consciência sobre seus atos. Você foi inútil. Não conseguiu fazer nada para salvá-lo. Max confiava em você, e agora? Está provavelmente morto. Você sabe que está errada, não ouse negar sua culpa. — se intrometeu o policial, tendo uma estranha energia, como se ele já a conhecesse. Levou a mão direita ao olho direito. Uma lágrima escorria pela sua face. Elevou sua mão esquerda ao olho esquerdo. Uma gota de sangue escarlate vazava de sua bochecha. Era como se uma entidade mexesse com a cabeça de todos ao mesmo tempo. Levantaram-se e foram-se em sua direção, esbanjando a mesma cara séria e de olhos arregalados, como num filme de terror. Se aproximavam lentamente, repetindo críticas ao comportamento de Diana em um tom aterrorizante, como se fossem a atacar. A cada passo que davam em sua direção, a encurralando contra a parede, o ritmo de seu coração também aumentava. Seus olhos demoravam a abrir novamente quando piscava. Não havia caminho. De repente, sentiu algo como um arranhão em sua face, seguido por um forte miado em seu ouvido. Piscou, mas não acordara dentro da sala de sua casa. Ainda estava dentro da barraca, e Khan cutucava seu rosto para que acordasse. Ela resmungou algo sobre ainda estar dormindo, mas ainda assim levantou-se.
Muita coisa havia mudado desde que saíram de Lyrion após a declaração da situação de extremo risco que sofria. Os feixes da luz do sol atravessavam o tecido da barraca. Sentiu o calor irradiar seu rosto em instantes. Seus olhos arderam com a brusca diferença de luminosidade. Catou sua caderneta antes de sair e começou a rabiscar o papel, formando alguns garranchos que, se apertasse bem os olhos, seriam legíveis. Sentiu o cheiro da tinta fresca da caneta quando começou a escrever. “Olá. Faz um tempo desde que não nos falamos, não é? Eu sei que eu meio que te abandonei, mas é que as coisas estiveram me ocupando bastante desde que a gente veio pra cá. Vou tentar te atualizar de tudo que rolou desde então. Depois daquela tarde em que nós colocamos o rádio para funcionar pela primeira vez, nós começamos a arrumar umas malas (aparentemente, não coloquei roupas o suficiente, já que to usando a mesma roupa há alguns dias). No dia seguinte, nós fomos em uma loja no centro da cidade que costumava vender equipamentos para acampar. Espero que me perdoe, mãe, mas nós meio que levamos algumas coisas sem pagar. Era uma situação de vida ou morte, tá legal? Um azar que eu não peguei uma daquelas barracas super chiques com espaço para oito pessoas. A essa altura, a que pegamos já tá toda rasgada. Triste. Nós decidimos vir para a Floresta de Mouneet, onde a gente costumava vir para passar alguns finais de semana. Era legal. Estamos estabelecidos nessa clareira há alguns dias. O alimento ainda tá meio longe de acabar, mas nós já estamos providenciando mais. Lembro de algumas frutinhas comestíveis que nós provávamos quando vínhamos acampar. Bons momentos.” A partir daí, sua caneta começou a falhar. Pegou a caderneta e a arremessou de volta para dentro da barraca. Estava mal-humorada. Calçou suas botas jogadas ao canto. Seu couro estava quase mofado e seu interior estava úmido — mas era melhor do que nada. Estava partindo em direção a um lago próximo da clareira, onde poderiam fazer sua higiene pessoal. Não negava que era uma situação completamente diferente de qualquer outra que já esteve. Era garota criada em apartamento, vida perfeita, família feliz. Mas estava disposta a fazer qualquer coisa se seu irmão dependesse de si. E era nessa situação em se encontrava. Então, enquanto não encontrasse seu irmão... Continuaria escovando seus dentes com a água do lago. Khan a seguiu, adentrando o mato. Suas patas estavam cobertas por uma mistura de lama com folhas secas. Era nojento. Cada vez mais, se aproximavam da grande concentração de água. O ar que respiravam era diferente do da cidade — era puro, leve, como se fosse libertador. Além das árvores, já podia ver o grande espelho d’água refletindo a margem do lago. Um milagre da natureza, de beleza indescritível. Uma família de patos cambaleavam até a borda, preparando-se para molharem suas penas. A mãe ia na frente, enquanto os sete pequenininhos oscilavam seus passos em uma fila. Era de longe a coisa mais bonita que já havia presenciado. Estampava essa emoção com sua boca aberta, mas ainda mostrando os dentes, sorrindo. Porém, algo lhe chamou a atenção. Algo se mexia por detrás dos arbustos, da onde saíam guinchos e choros. O barulho a causou comoção, que procurou saber da onde vinha. — Khan! Tá ouvindo isso? — ela deu um breve silêncio para que pudesse ouvir melhor. O som do vento chacoalhando os galhos das árvores a trouxe paz. O choro se repetiu. — Vamos! O gato pulou em meio ao amontoado de plantas e raízes, abrindo um rombo entre as folhas com suas garras. Diana impressionou-se com sua capacidade. Em meio às folhas caídas, surgiu o oitavo patinho perdido, que continuou a chorar. Algumas gotas de chuva começaram a cair contra o chão, levantando a lama que repousava, endurecida, sob seus pés. Seu coração se amoleceu ao ver que tinha sua pata presa à uma das raízes da planta, que parecia o machucar com força a cada movimento que fazia. Ele a encarava como se implorasse por socorro, mas ainda assustado com a presença dos dois. As gotas de água começaram a se tornar cada vez mais frequentes. — Ah, coitadinho... — ela acariciou sua cabeça com o dedo indicador, sentindo as penas amarelas como a gema do ovo em suas mãos. Seu bico achatado e rosado abria uma hora ou outra para continuar guinchando de dor. — calma, calma. Khan, você não pode cortar a raiz com sua garra. Vai acabar machucando ele. Vem, fica aqui bem atrás de mim. Eu tenho algo melhor para ajudá-lo. Do seu bolso de trás, catou a caneta que esquecera de jogar de volta à barraca quando começou a falhar. Com cuidado, a encravou entre a raiz e a patinha do animal, e começou a puxá-la para trás, lentamente rompendo as fibras. Finalmente, a raiz se partiu no meio, lançando uma seiva amarelada para toda a parte e quebrando o acrílico da caneta. Agora sim precisaria de uma nova. Sua camisa estava completamente ensopada e pesada, enquanto os pelos de Khan estavam caídos com a água. Ela catou o filhote em seus braços, o confortando e envolvendo seu machucado com uma parte de sua blusa para estancar um pequeno sangramento que se surgiu. Tomando cuidado com seus passos, o carregou até perto da sua mãe, que parecia mesmo procurar por algo enquanto os filhotes de refrescavam na água. Ela grasnou e chorou, até que Diana adentrou a clareira que cercava o lago, com Khan colado à sua perna. Um forte vento acompanhou as gotas de chuva, que começaram a atingi-los quase que na horizontal. Pelo amontoado de árvores e arbustos, pode ver além da clareira sua barraca, que chacoalhava fortemente. O pequeno pato alegrou-se em ver sua mãe. Com seu pequeno conhecimento sobre a lógica animal, não se aproximou da mãe, pois poderia a encarar como uma ameaça; apenas o deixou ao chão e, derrapando por não conseguir utilizar uma de suas pernas, voltou para sua família. — Sabe, Khan... — ela finalmente desviou o olhar do grupo de animais, que continuavam a se banhar no lago, felizes — acho que eu gosto de ajudar as pessoas. Nesse pequeno tempo... eu não pensei em Max, ou em meus pais em momento algum. Eu costumava só me preocupar com isso. Eu até sonhei com eles. Mas, eu não me sinto preocupada, ao mesmo tempo que eu acho que deveria estar, e... O companheiro olhava diretamente em seus olhos. Ele, geralmente, não gostava de estar sujo, mas não parecia se incomodar nem um pouco naquele momento. — Acho que é isso. — O olhar de Khan demonstrava sua confusão, mas ao mesmo tempo uma leve curiosidade. — É isso que eu quero fazer. Ajudar as pessoas. Ele abriu um longo sorriso e ronronou. — Mas... é hora de voltar à realidade. Olhando em volta, ela podia ver um pedaço danificado da barraca, carregado e destruída pela chuva. Ela se aproximou e segurou o grande pedaço de lona rasgada e suja de lama, presa a um grande tronco de árvore, cortado pela metade. O tecido era azul, e se desfazia quando Diana esfregava seus dedos entre o pano. Agarrado a ele, sua caderneta, completamente ensopada e suja. Pelo menos, isso conseguiu ser salvo. — Acho que teremos de achar outro lugar para dormir... Ela continuava examinando os pedaços arrancados da barraca, enquanto o pequeno gato olhava à sua volta. Tentou livrar-se com sua pata de algumas folhas que grudaram-se ao seu corpo com a aderência da lama já seca, que permanecia endurecendo seu pelo, cinza como as nuvens que pairavam o céu, e que ainda descarregavam uma massiva quantidade de água. Caminhou ao redor, desviando de pequenas plantas que nasciam por entre a terra, constantemente recebendo umidade daquele clima extremamente chuvoso. Subiu em uma grande pedra, que se alongava até as proximidades do lago. Já em sua ponta dura e afiada, Khan avistou, do outro lado do grande espelho d’água, uma pequena casa de madeira, iluminada pelo sol que ainda escalava dificilmente o céu, erguendo seu brilho em direção ao meio-dia. Parecia um lugar caloroso na percepção limitada do gato. Diana, acompanhando o amigo com o olhar, enxergou também a casa, onde poderiam pedir abrigo. Ela se sentou. Suas pernas ainda estavam cansadas e em constante dor. Seu coração permanecia acelerado. A menina observou o chão, onde algumas flores pareciam sofrer as reações do fim do outono e a chegada do inverno. Era uma rosa — um pouco desbotada, mas era como um símbolo de resistência. Ela arrancou a flor da terra, tomando cuidado para não se furar com os espinhos — ela deslizou para fora da lama lubrificada sem insistência. Ergueu suas pétalas. Seu rosto ficou lívido quando percebeu um pequeno detalhe, que a fez largar a rosa no chão — ela rapidamente se desfez em poeira. O caule estava cinzento. — Khan... — ela se afastou o mais rápido que pôde da flor que, no momento que tocou o chão, fez com que a pouca grama à sua volta também se tornasse cinzenta e podre. O forte cheiro de estrume também incomodou o olfato de Diana. — precisamos ir... rápido! O felino saltou do topo da grande pedra até o chão, caindo de pé. Parecia confuso, mas não hesitava em seguir sua fiel companheira. Deixou todos os seus pertences para trás, conseguindo levar consigo apenas sua caderneta, em que registrava cada dia que passava. Suas pegadas foram deixadas pela última vez naquela lama, que nunca mais seria tocada por uma alma viva. Estava trêmula, assustada. Em um segundo, todos os seus sentimentos de preocupação e ansiedade voltaram ao seu corpo, um por um. A assassina havia os alcançado.
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2020.03.28 11:46 tatubolinha2000 Mantenha-se informado 28/03

📰 JRMUNEWS 🗞 Ano 2 – Nº 405 🗺 Notícias do Brasil e do Mundo 🗓 Sábado, 28 de março de 2020 ⏳ 88º dia do ano no calendário gregoriano 🌘 Lua Crescente 11% visível
💭 Frase do dia: "A verdadeira coragem é ir atrás de seu sonho mesmo quando todos dizem que ele é impossível." - Cora Coralina
Hoje é dia... 🔹 das Comunicações Navais 🔹 do Diagramador 🔹 das Lutas Estudantis 🔹 do Movimento Hora do Planeta 🔹 do Revisor
😇 Santo do dia: 🔹 São Guntrano 🔹 São Xisto III
🎂 Municípios aniversariantes: Fonte: IBGE • Alto do Rodrigues-RN • Augusto Correa-PA • Campos dos Goytacazes-RJ • Charqueadas-RS • Dobrada-SP • Embu-Guaçu-SP • Gararu-SE • Guzolândia-SP • Indiaroba-SE • Itaporanga d'Ajuda-SE • Juquitiba-SP • Muribeca-SE • Queiroz-SP • Rondinha-RS • Tutóia-MA • Uchoa-SP
🇧🇷 BRASIL 🇧🇷 ✍ Bolsonaro diz desconfiar do número de vítimas do coronavírus em SP ✍ Governo anuncia R$ 40 bi para financiar salários de empresas ✍ Ações para enfrentar coronavírus totalizam R$ 700 bi, diz Guedes ✍ Governo proíbe temporariamente entrada de estrangeiros no Brasil ✍ Prefeitos dizem que Bolsonaro gera insegurança e ameaçam ir à Justiça ✒ Rodrigo Maia considera medidas econômicas importantes, mas tímidas ✒ Senado votará na segunda auxílio de R$ 600 para trabalhadores ✒ Câmara aprova dispensa de atestado médico a trabalhador com covid-19 ⚖ MPF quer impedir acesso de turistas a comunidades tradicionais em SP ⚖ Moraes autoriza rito simplificado para tramitação de MPs ⚖ Justiça derruba decreto de Bolsonaro que liberava igrejas e lotéricas ⚖ Tribunal cassa prisão domiciliar e mantém doleiro Dario Messer na cadeia ⚖ Lewandowski concede prisão domiciliar a mãe que amamenta em prisão de SP ⚖ STF valida lei do Paraná que permite venda de bebidas em estádios ⚖ Justiça proíbe Bolsonaro de adotar medidas contra isolamento social 📌 Entidades religiosas reforçam necessidade do isolamento social 📌 Governadores articulam campanha contra Covid-19 em reação a Bolsonaro 📌 Filhos de Bolsonaro se filiam ao Republicanos, partido de Crivella 📍 Governador do Rio vai decretar mais 15 dias de medidas restritivas 📍 Crivella pede liberação de FGTS para trabalhadores no Rio 📍 Eduardo Paes vira réu em investigação sobre obra de complexo para as Olimpíadas 📍 Paraíba multará quem compartilha 'fake news' sobre coronavírus 📍 Doria faz boletim de ocorrência após receber ameaça de morte 🌳 Sitiante leva multa de mais de R$ 20 mil por derrubada irregular de árvores em Alfredo Marcondes-SP 📊 Brasileiro teme bem mais o coronavírus do que efeitos econômicos, indica pesquisa
🌎 INTERNACIONAL 🌍 🇨🇳 China volta a fechar cinemas por medo de nova onda de covid-19 🇺🇸 Pastor que chamou coronavírus de histeria morre da doença nos EUA 🇬🇧 Após minimizar pandemia, premiê britânico anuncia que foi infectado 🇮🇹 Prefeito de Milão na Itália diz que foi um erro tentar manter cidade funcionando 🇻🇦 Em ato inédito, Papa reza sozinho e concede perdão coletivo Urbi et Orbi 🇮🇹 Itália vai estender fechamento de escolas por coronavírus 🇦🇷 Argentina decreta fechamento total de fronteiras até o fim do mês 🇫🇷 França estende quarentena de coronavírus por mais duas semanas 🇺🇸 Secretário do Tesouro dos EUA diz estar satisfeito com aprovação de pacote de US$ 2 trilhões
🖤 MORTES 🖤 ✝ Daniel Azulay, desenhista, vítima de coronavírus, no Rio, aos 72 anos ✝ Bob Andy, cantor de reggae do hit 'Young, Gifted and Black', aos 75 anos
🧫 CORONAVÍRUS (Covid-19) 😷 😷 Brasil tem 92 mortes e 3,4 mil casos confirmados 😷 Casos passam de 100 mil nos EUA; são 25 mil mortes no mundo 😷 Um terço da população mundial está em isolamento 😷 Receita Federal doa 5 milhões de luvas para combate ao coronavírus 😷 Entidades alertam para importância do isolamento contra a covid-19 😷 Vírus pode sobreviver até 3 dias fora do corpo; depende da superfície
💰 ECONOMIA 💲 💰 Ibovespa cai 5,5%, mas tem melhor semana desde março de 2016; dólar sobe a R$ 5,10 💰 Petrobras reduz preço da gasolina em 5% e o do diesel em 3% nas refinarias 💰 Ipea sugere reajustar Bolsa Família em 29%, mais R$ 450 por família 💰 Caixa considera pausar prestações de imóveis por até 6 meses 💰 Corte na arrecadação de Sesc/Senac pode causar demissão de 10 mil 💰 Contas de luz terão bandeira verde em abril, sem cobrança extra, diz Aneel 💲 Bolsas europeias caem, mas têm melhor semana desde 2011 💲 Presidente da Caixa defende redução dos juros de todas as linhas de crédito 💲 24% das empresas operam com paralisação parcial ou total na indústria eletroeletrônica 💲 Empresas anunciam doações para combate a pandemia de coronavírus no Brasil 💲 Fitch rebaixa rating do Reino Unido de AA para AA-, com perspectiva negativa 📊 Indicadores 27/3: 🏦 Ibovespa 73428 pontos 📉 💵 Dólar Canadá R$ 3,648 📈 💵 Dólar Comercial R$ 5,108 📈 💵 Dólar Turismo R$ 4,90📈 💶 Euro R$ 5,621 📈 💷 Libra R$ 6,296 📈 💸 Bitcoin R$ 31.736,60 📉 💸 Bitcoin Cash R$ 1.063,24 📉 💸 XRP R$ 0,87 📉 🔶 Ouro (g) R$ 266,83📈 ⚪ Prata (g) R$ 2,3757📈 💰 Poupança 0,245% a.m. 💰 Selic 3,75% a.a. 💰 CDI 3,65% a.a. 💰 IPCA a.m. fev/20 0,25% 💰 IPCA a.a. 2020 0,4605% 💰 IPCA acum. 12m 4,0049% ⛽ Petróleo Brent (barril) US$ 25.065📉 ⛏ Minério de Ferro 62% US$ 88,60 🐂 Boi (@) R$ 200,50📉 💨 Algodão (@) R$ 90,23 📈 ☕ Café (sc) R$ 566,67📉 🌽 Milho (sc) R$ 59,50 📈 🥚 Ovos (30 dz) R$ 102,16↔ 🥜 Soja (sc) R$ 98,82📈
🔬 CIÊNCIA, TECNOLOGIA & SAÚDE 💓 💓 Fiocruz comandará estudo clínico sobre covid-19 em novo centro 🖱 Download do game brasileiro 'Gartic' dispara 1.600% na quarentena
🏆 ESPORTES 🏆 ☑ Com campeonatos parados, PSG e Barcelona reduzem salários ☑ Ajax recebe multa por confusão com Deyverson e cadeiras quebradas ☑ Corinthians divulga símbolo comemorativo dos 110 anos de história
🎭 ARTE & FAMA 🌟 🎙 Dua Lipa lança 'Future Nostalgia', pop perfeito para aliviar dias difíceis 🎙 Bob Dylan lança música inédita de 17 minutos após oito anos de hiato 🎙 Sem produzir músicas desde 2016, Rihanna lança 'Believe It' de surpresa 🎙 Em meio a pandemia do coronavírus, MV Bill lança single 'Quarentena' 🎙 Julia Konrad lança seu primeiro single, ''Vuelve'', versão de Johnny Hooker 🎙 Pearl Jam lança 'Gigaton', primeiro álbum em sete anos 🎙 Assessoria de Eduardo Costa nega doação de R$ 2,5 milhões 🎙 Bon Jovi lança música com participação do príncipe Harry; 'Unbroken' 🎙 Till Lindemann, vocalista do Rammstein, é internado na UTI e teste para coronavírus dá negativo 🌟 Após passar por UTI, jornalista Marcelo Magno da Globo Piauí tem alta hospitalar 🌟 Empresa de Kim Kardashian vai doar US$ 1 milhão para combate ao coronavírus 🌟 Justiça de São Paulo manda marcar exame de DNA em Silvio Santos 📺 Grey's Anatomy terá 16ª temporada encurtada por causa do coronavírus 📺 Cão que interpretou lobo de Bran em 'GoT' morre após luta contra câncer 📺 Após queixa de bispo da Record, SBT afasta Lívia Andrade do 'Fofocalizando' 📺 Dispensa de visagista da CNN Brasil gera medo por mais demissões 🎞 Doutor Estranho 2 começará filmagens em junho, sem atraso pelo coronavírus 🎞 Coleção de R$ 600 mil em armas dos filmes de '007' é roubada em Londres
🔎 #FAKENEWS: Não é verdade que Ronaldo Caiado é cercado pelo povo de Goiás após anunciar que rompeu com Bolsonaro. Fonte: Boatos..org
🛳 TURISMO ✈ 🎒 Conheça Praia do Espelho-BA: Um dos destinos mais visitados na alta temporada na Bahia tem nome: Praia do Espelho. O nome sugestivo é facilmente explicado. Antes chamada de Coruípe, a praia mudou de nome por abrigar águas tão claras que mais parecem espelhos refletindo paisagens paradisíacas. As outras praias do entorno tão lindas quanto Espelho são: Setiquara, Outeiro, Jacumã e dos Amores, acessíveis a partir de caminhadas na maré baixa. O clima bucólico fica evidente na areia das praias em que não se encontra sequer uma cadeira de plástico. As barracas dispõem caprichosamente de espreguiçadeiras com almofadas e esteiras sobre a areia trazendo o máximo de conforto aos visitantes. Alguns mirantes acima das falésias revelam exuberâncias. Alguns passeios de barco partindo da Praia do Espelho estão entre opções divertidas em direção ao Rio dos Frades, Trancoso, Caraíva e Corumbau. As pousadas são como uma extensão das praias, pois oferecem tanta tranquilidade, conforto e belezas quanto as paisagens litorâneas. Além da vista que descortina o mar, os quartos são equipados com tecnologia de ponta, camas espaçosas, ambientes arejados ao ar livre com espaço para gazebos e redes, piscinas e algumas com hidromassagem. Algumas abrigam quadra de esportes e salão de jogos. Assim, as noites de lazer são garantidas. Ao anoitecer as velas são acesas e um espaço para jantar ao ar livre é preparado. A fartura de pratos gastronômicos e carregados de sabores é garantido. Se quiser mais agitação procure algumas barracas de praia que, vez ou outra, tocam música ao vivo e também servem deliciosos pratos regionais. Muitos turistas optam por fazer um bate volta de Trancoso, devido aos altos preços. Porém, nada como passar uns dias desfrutando da paisagem. Fonte: Guia Viagens Brasil
📚 FIQUE SABENDO... ... O que aconteceria se os polos Sul e Norte derretessem? ⁉ De acordo com Paulo Roberto dos Santos, professor do Instituto de Geociências da USP, se as geleiras subitamente derretessem os resultados seriam catastróficos. “A Flórida, nos Estados Unidos, por exemplo, ficaria reduzida a apenas quatro pequenas ilhas”, afirma. Segundo ele vastas áreas costeiras, hoje densamente povoadas, ficariam submersas e poderiam se tornar um gigantesco aquário, dominado por organismos marinhos que acompanhariam a subida do nível do mar por volta de 70 metros. Paulo Roberto dos Santos afirma ainda que a catástrofe e o custo desse evento estão muito além dos nossos cálculos e compreensão. Fonte: O Guia dos Curiosos
📖 BÍBLIA: Meus irmãos, considerem motivo de grande alegria o fato de passarem por diversas provações, pois vocês sabem que a prova da sua fé produz perseverança. E a perseverança deve ter ação completa, a fim de que vocês sejam maduros e íntegros, sem que falte a vocês coisa alguma. Tiago 1:2-4 🙏
Que seu dia seja como a vontade de DEUS: bom, perfeito e agradável!! 🥖
By JRMUNEWS 🐞 🗺 Pariquera-Açu-SP 📝 Fazendo diferente e a diferença
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2019.12.17 02:23 Viajeiro_no_Peru Qual escolher entre a Ferrovia Peru ou a Ferrovia Inca?


A Ferrovia Peruana e a Ferrovia Inca são as únicas duas empresas de trem que vão para Machu Picchu. Ambos oferecem serviços turísticos de qualidade. Ambos têm estações nos principais pontos de Cusco. Ambos oferecem venda de ingressos on-line. Saiba mais sobre essas empresas e decida qual trem viajar para Inca. Por isso, antes de ter seu boleto de trem Machu Picchu, e mais importante ter seu ingresso Machu Picchu
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Saiba melhor do que ninguém o que trazer do Peru, falamos para você os itens que só podem ser encontrados no território peruano e aonde consegui-los
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A Ferrovia Peru oferece partidas mais diárias para Machu Picchu em comparação com a Ferrovia Inca. No entanto, ambos incluem serviços turísticos de qualidade. Nos dois casos, a maioria das partidas diárias ocorre na estação de Ollantaytambo. Os serviços "Voyage" e "Voyage" são o serviço mais barato das duas empresas.
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Veja as imagens da impactante montanha arco íris Peru! Visite um lugar único no mundo, um verdadeiro espetáculo da natureza em uma montanha.
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O que é a Ferrovia Peru e quais serviços ela oferece?
A Ferrovia Peruana é a empresa mais antiga que oferece transporte de trem para Machu Picchu (funciona de 1999 a hoje). Também oferece rotas de Cusco a Puno ou Arequipa (e vice-versa).
Eles oferecem serviços turísticos de Cusco a Machu Picchu: Expedição, Vistadome, Vale Sagrado e trem de luxo Hiram Bingham. A Ferrovia Peruana opera até 6 estações: San Pedro (Cusco), Poroy (Cusco), Urubamba (Vale Sagrado), Ollantaytambo (Vale Sagrado), Hidrelétricas (La Congress) e Aguas Calientes (Machu Picchu).
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A Trilha Inca Machu Picchu é a excussão aonde você encontrará aventuras e amigos de todos os países em uma única rota a uma das maravilhas do mundo, Machu Picchu!
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Serviço de trem em Aguas Calientes
O que é o Inca Rail e quais serviços ele oferece?
A Inca Rail é uma nova empresa que oferece serviços de transferência para Machu Picchu de trem (iniciada em 2007 e continua até agora). Machu Picchu oferece 4 serviços de trem: Voyager, 360º, Primeira Classe e um trem “Privado” especial. Atualmente, a Inca Rail não oferece rotas para Puno, Arequipa ou qualquer outra rota que não Cusco - Machu Picchu.
A Ferrovia Inca opera em 4 estações: San Pedro (Cusco), Poroy (Cusco), Ollantaytambo (Vale Sagrado) e Aguas Calientes (Machu Picchu).
Qual escolher entre a Ferrovia Peru ou a Ferrovia Inca?
A Ferrovia Peruana e a Ferrovia Inca são boas opções para viajar para Machu Picchu.
Ambas as empresas oferecem serviços turísticos de qualidade.
O preço de cada um dos serviços é semelhante. Além disso, ambos oferecem descontos para crianças (50% de desconto por até 12 anos).
As ferrovias peruanas são as mais utilizadas porque as partidas diárias são muito altas.
Ambas as empresas têm 4 tipos de serviços a preços semelhantes. Por exemplo, "Expedition" e "Voyager" têm o mesmo custo. Da mesma forma, ambas as empresas oferecem trens de luxo como Hiram Bingham (Ferrovia Peruana) e Private The Private '(Inca Rail).
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Seja parte da família dos melhores trekers, os mais aventureiros e os mais corajosos! Na Trilha Salkantay 2020 você pode encontrar aquele desafio que o ajudará a passar ao segundo nível!
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Vantagens da ferrovia Peru
A Ferrovia Peruana é a única empresa que oferece serviço de trem local para Machu Picchu para o povo peruano. Esse serviço custa 20 ida e volta na base peruana (7 dólares americanos). O serviço não é permitido para turistas estrangeiros.
É também a única empresa que oferece serviço de trem a partir da estação hidrelétrica. Este é um dos serviços mais baratos para Machu Picchu.
A Ferrovia Peru é famosa por incluir um dos serviços de trem mais luxuosos do mundo. Este é o trem Hiram Bingham, que inclui um menu gourmet, um bar ao ar livre, ingressos para Machu Picchu, um guia turístico e muito mais.
A única empresa que organiza viagens de turismo a Puno e Arequipa com todas as comodidades necessárias.
A Ferrovia Peru oferece pacotes que combinam serviços de ida e volta para atender às programações e expectativas dos visitantes.
Possui uma página da web interativa e fácil de usar. A maioria dos turistas compra seus ingressos lá.
Vantagens do trilho Inca
A Inca Rail é a única empresa que oferece a opção de acumular eixos 'Latam Pass' para comprar bilhetes. A única empresa que oferece a opção 'Bimodal', que inclui viagens de ônibus e trem com um único bilhete.
Oferece um dos serviços mais exclusivos do mundo. Este é um trem "Particular" com champanhe gratuito, um menu gourmet, um ônibus particular para Machu Picchu, um show de música ao vivo, um bar ao ar livre e todas as comodidades a bordo.
A estação ferroviária de Ollantaytambo, no Inca Rail, possui uma sala de espera com serviço de café, música e acesso Wi-Fi gratuito.
O Inca Rail possui uma página da web interativa e fácil de usar. Aqui você pode comprar sua passagem pagando com cartão de crédito ou débito.
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Seja feliz tirando uma foto na laguna Humantay, laguna que o deixará maravilhado com a sua cor turquesa e uma montanha coberta da neve mais branca! Veja algumas da Lagoa nas redes sociais
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Mais sobre o Inca Rail
O Inca Rail tem 12 serviços de trem diariamente. A maioria dos incas parte da estação de Ollantaytambo, no Vale Sagrado.
O serviço 'Bimodal' é a primeira viagem de ônibus de Cusco para Ollantaytambo. Aqui o trem se aproxima da última estação de Aguas Calientes.
O serviço mais caro oferecido pela Inca Railway é 'The Private', que parte apenas a pedido dos turistas que desejam alugar. O trem pode acomodar 8 turistas a bordo.
O serviço mais barato é o "Voyager". O custo aproximado deste trem é de 63 USD.
O Inca Rail também oferece descontos para crianças de até 11 anos de idade. Crianças menores de 3 anos também podem entrar gratuitamente.
Na maioria dos meses chuvosos (janeiro, fevereiro, março e abril), as estações de Cusco e Poroy estão fechadas para manutenção. As únicas estações que operam são Ollantaytambo e Aguas Calientes.
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2019.07.27 21:50 DivinaNunato Um guia completo para lembrar o que você leu(Tradução)

Um guia completo para lembrar o que você leu
Quando olho o processo da leitura para a retenção, vejo cinco fases. Vamos percorrê-los, dividi-los e otimizar nosso comportamento ao longo do caminho.
  1. Pré-visualização
Em 10 Days to Faster Reading , antes de cobrir qualquer exercício de leitura de velocidade, Abby Marks-Beale revela a maneira mais poderosa de ler mais: Leia menos das coisas que você não precisa . Antes mesmo de começar a passar o dedo pelo papel ou pelos olhos de pixel a pixel, pergunte:
  1. Por que estou lendo isso?
  2. Por que preciso das informações que estão aqui?
Esta é a sua chance de realmente viver de acordo com o lema "Leia quando precisar". Uma vez que o material passa pelo filtro mais importante, você pode fazer o que Mortimer J. Adler chamou de uma leitura de inspeção em sua obra-prima de 1940, Como ler um livro .
O objetivo de uma leitura de inspeção é responder a mais duas perguntas:
  1. Sobre o que é este livro?
  2. Que tipo de livro é esse?
Você pode fazer isso lendo as seguintes seções:
A página de título. A sinopse do editor. O texto da capa. O índice.
Seções introdutórias e parágrafos importantes de capítulos que lhe interessam. Isto equipa-o com um dos facilitadores mais importantes da informação: Contexto .
Ter uma ideia do tema abrangente de um livro, assim como o objetivo que seu autor tinha em mente, enquanto o escrevia, melhoraria significativamente a forma como você catalogaria seu conteúdo.
“O conteúdo é rei, mas o contexto é Deus.” - Gary Vaynerchuk
  1. Leitura
A razão mais comum que um livro fica frustrante e jogamos a toalha é que leva muito tempo para ler. Deixe-me esclarecer: Leva -nos muito tempo para ler.
Por isso, Adler sugere que você leia a capa do livro para cobrir sua primeira passagem, mas não procure coisas que não entende. Mesmo sem alinhar perfeitamente cada peça do quebra-cabeça imediatamente, permanecer ciente do contexto permitirá que você organize os bits e detalhes finais mais tarde. Dito isto, há um contra-ataque massivo a ser jogado aqui, que terá um equilíbrio:
P ause depois de cada ponto.
Esta ideia deriva de Reading Like a Writer, de Francine Prose . Deixe-me explicar.
Em um parágrafo, toda a ênfase está nas primeiras e últimas palavras. Portanto, um parágrafo expõe instantaneamente o que o autor acha importante. É como ouvir alguém falar prestando atenção a quais palavras elas pronunciam mais claramente, mais lentamente e quais repetem para dar ênfase. A melhor maneira de pegar esses acentos de importância e refletir sobre eles é pensar nos parágrafos como guias de respiração literária. Quando você começa um novo, você inspira lentamente e, em seguida, expira gradualmente à medida que lê, antes de expirar completamente na última palavra.
Pode ter mais de uma milha, no entanto. Respirar em sincronia com parágrafos dá à sua leitura um bom ritmo, e revela o que faz um bom parágrafo: muitas frases e você está hiperventilando, muitas paredes de texto e você está sem ar cedo demais.
Eu acho que a metáfora a ser usada é pensar em um livro como uma estrada longa e sinuosa com um ocasional conjunto de lombadas. Você não quer voar sobre eles, pois isso danificará seu carro, mas você não quer parar completamente em cada corcunda.
  1. Anotações
A questão não é se você deve levá-los, mas quando . Duas opções vêm à mente:
Enquanto lê Dada a nossa conclusão na seção anterior, queremos manter as anotações on-the-go no mínimo, o que, mesmo se feito no livro, é uma distração. No entanto, uma coisa que não irá bloquear o seu fluxo e será de grande benefício mais tarde, está destacando.
Uma página de exemplo com os meus destaques de The Obstacle, de Ryan Holiday , é The Way . Enquanto lê, algumas frases naturalmente se sentem mais importantes que outras. Frases surgem, parágrafos exigem: “Lembre-se de mim! Eu serei importante mais tarde.
Siga o seu instinto. Seja espontâneo. Deixe seu subconsciente fazer o trabalho, seus olhos apontam o resultado e seus dedos fazem a marca.
Depois de ler
Falando de subconsciente, enquanto eu tenho certeza que você está ansioso para tomar notas logo após fechar o último capítulo, esperar por alguns dias até você extrair a força vital de um livro vem com algumas vantagens.
Os dois seguintes eu encontrei no livro de Benedict Carey, How We Learn .
Primeiro, há o efeito Zeigarnik , que é a tendência do seu cérebro para lembrá-lo de coisas que você deixou inacabadas . No aprendizado, isso significa que, enquanto você faz uma pausa depois de uma sessão de matemática hardcore de 4 horas, seu subconsciente continua processando o último problema em que você ficou preso e a solução pode chegar até você no chuveiro na manhã seguinte.
Permitir que as impressões de um bom livro permaneçam por algum tempo as mantém em seu subconsciente e faz conclusões posteriores mais fortes.
Em segundo lugar, o efeito de espaçamento corre para o seu lado, o que indica que o aprendizado funciona melhor com o tempo , em vez de se limitar a um único evento.
Esqueceu o nome de alguém logo depois de se apresentar? Isso porque resmungar de novo e de novo imediatamente não ajuda. Isso só deixa seu cérebro entediado . Seu cérebro precisa de intervalos para lembrar de coisas.
Enviando-se um lembrete com o nome de John dois dias depois que você ouviu, a primeira vez será muito mais eficiente. E assim vai deixar o livro na prateleira.
Em terceiro lugar, isso lhe dá a oportunidade de explorar outros livros topicamente semelhantes nesse meio tempo. Por que isso é útil? Como Nat Eliason aponta , ler livros relacionados ou selecionar capítulos deles permite identificar construções universais. Afinal, conselhos filosóficos atemporais não serão escritos apenas uma vez. Isto é o que Thomas C. Foster se refere como intertextualidade, a dependência de todos os textos uns sobre os outros, em How to Read Literature Like a Professor .
No momento em que você voltar ao seu livro original, você terá uma ideia sólida de quais conceitos resistiram ao teste do tempo até agora.
Mantendo estas vantagens em mente, dois sistemas de anotações em particular merecem sua atenção:
Sistema I: Pergunta / Evidência / Conclusão
Projetado para agilizar a tomada de notas em aulas universitárias não técnicas, este sistema projetado pela Cal Newport se traduz bem em livros de não-ficção.
O conceito é simples: em vez de transcrever exatamente o que o professor diz, capture as grandes ideias. Para fazer isso, reduza suas anotações para uma série de perguntas emparelhadas com conclusões. Entre cada questão e conclusão deve ser uma coleção de evidências que liga os dois. - Cal Newport
O que é notável sobre essa ideia é que ela permite que você arquive quase todas as frases em um esquema de classificação coletivamente exaustivo e mutuamente exclusivo .
Mais do Obstáculo é o Caminho .
No exemplo acima, a pergunta “O que depende de nós?” Está emparelhada com a evidência listada para chegar à conclusão de que essas coisas se assemelham ao nosso campo de jogo e, portanto, estão sob nosso controle.
Você pode fazer isso em papel ou diretamente no livro, como eu fiz, mas de qualquer forma chegará a um grande conjunto de conclusões interconectadas.
Sistema II: O Método do Código Morse Outra contribuição que Cal Newport fez para o mundo das anotações, esse método é projetado para fazer anotações rapidamente .
Ponto ou traço - o que vai ser?
No entanto, em vez de um alfabeto longo, o Método do Código Morse depende apenas dos elementos originais - o ponto e o traço - para denotar ideias e suporte para essas ideias.
  1. Se você se deparar com uma frase que parece estar apresentando uma ideia grande e interessante: desenhe um ponto rápido próximo a ela na margem.
  2. Se você se deparar com um exemplo ou explicação que suporte a grande idéia anterior: desenhe um traço rápido ao lado dele na margem. - Cal Newport
Sim. Ryan Holiday. Novamente.
Neste exemplo, a ideia é que o fracasso pode ser uma coisa boa. O apoio é apresentado na forma de perguntas, que, se respondidas, proporcionarão um benefício de aprendizagem. Além disso, Holiday diz que o fracasso nos pressiona a pensar - o que é uma coisa boa.
Qual sistema você usa, ou se você cria o seu próprio , é com você. Independentemente da implementação, as anotações são uma grande parte desse sistema complexo de reconhecimento, classificando as ideias-chave e enviando-as para a memória de longo prazo, colocando a caneta no papel.
Então e ven se você nunca voltou para as notas, você encontraria você se lembra ideias mais importantes de um livro muito melhor, graças ao ato de extraí-los sozinho.
Beethoven explicou bem esse fenômeno. Ele deixou para trás centenas de cadernos de esboços cheios de anotações. No entanto, ele admitiu que nunca olhou para eles enquanto compunha. Quando alguém perguntou por que ele fazia anotações em primeiro lugar, ele respondeu:
“Se eu não escrever imediatamente, eu imediatamente esqueço. Se eu anotá-lo, nunca esquecerei isso e não precisarei olhar para ele nunca mais ”.
No entanto, a menos que você tenha atingido Beethoven-status já, vamos fazer dar uma olhada-los novamente.
  1. Condensação
No entanto, muitas páginas de anotações que você acaba, destilando-as uma última vez, mostrarão o que todo o livro encerra e lhe dará uma ferramenta de referência fácil.
Eu gosto de me limitar artificialmente a 1-2 páginas por livro. O que restou dos 25 capítulos dos dois livros separados dentro de Trust Me, do Ryan Holiday , I'm Lying .
Em seu resumo, você pode incluir: Premissa de cada capítulo em uma frase. Um rolo de destaque das notas mais importantes. Uma cotação ou palavra-chave fácil de lembrar. É claro que você também pode desenhar esboços, criar mapas mentais ou escrever um texto contínuo.
Faça as coisas o mais simples possível, mas não mais simples. - Albert Einstein
  1. Lembrando
Neste ponto, você configurou sua memória tão bem, lembrando que deveria vir naturalmente. No entanto, tirar suas anotações em intervalos cada vez mais demorados e analisá-los ajudará a consolidar seus argumentos.
Há mais uma coisa que você pode fazer para facilitar ainda mais:
Visite o Palácio da Memória Logo no início, estabelecemos que as experiências são a maneira mais poderosa de lembrar. Mas em nenhum lugar diz que eles têm que ser reais . Você também pode criá-los em sua cabeça para observar um efeito semelhante. Joshua Foer chama isso de Palácio da Memória em Moonwalking With Einstein .
Por exemplo, caminhe por uma rota que você conhece muito bem em sua mente, talvez através de sua casa, e coloque as lições de suas anotações ao longo do caminho. Você pode até amarrá-los a objetos - uma lição sobre a perseverança pode ser uma pedra em seu armário, uma sobre a criatividade como uma cartela de cores na mesa da cozinha.
Sempre que você precisar se lembrar de uma das lições, tudo o que você precisa fazer é voltar a andar mentalmente e pegar os itens certos à medida que avança.
No entanto, até mesmo as melhores lembranças devem chegar ao fim. Como este guia.
Espero que tenha sido útil. Ainda mais, espero que você se lembre disso. Dessa forma, você pode… Reler quando você precisar dele .
Fonte
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2019.04.24 02:30 Spookycliquebr Twenty One Pilots para a NME [traduzido]

As filiais da B&Q em Birmingham devem estar fazendo um grande comércio de fita adesiva amarela. Fora do Resort World Arena da cidade, em 27 de fevereiro, os adolescentes estão aplicando-o avidamente ao uniforme verde do exército. À medida que mais tropas descem - com lenços de pescoço amarelos usados ​​como máscaras - é como um elenco para uma versão júnior de The Purge.
Os espectadores podem ser perdoados por presumir que uma demonstração Anônima vai acontecer, mas esta é a Skeleton Clique, superfanbase ferozmente dedicada de Twenty One Pilots, esperando do lado de fora do local seis horas antes do duo de Ohio estar no palco para dar o pontapé inicial no Reino Unido de sua gigantesca Bandito Tour.
Eles fizeram meticulosamente cosplay dos uniformes do vocalista Tyler Joseph e do baterista Josh Dun na arte e vídeos apocalípticos de seu último álbum, "Trench". Alguns se sentam esboçando fotos de seus ídolos. Um aperta um banner estampado com as palavras "VOCÊ SALVOU MINHA VIDA".
É apropriado, porque Twenty One Pilots - com seus principais temas de insegurança, saúde mental e fé - é uma banda perfeita para salvar a vida, uma referência para aqueles que acham que ninguém os entende.
No papel, no entanto, eles são desafiadoramente estranhos. Com "Trench", eles criaram um mundo mítico de alto conceito - que pode confundir até mesmo os roteiristas de Lost. Vagamente, sua trama diz respeito a uma cidade alegórica chamada Dema e os nove bispos ditatoriais que impedem seus habitantes de escapar - e a força rebelde de bandidos que buscam libertá-los. Mas há muito mais do que isso.
Longos sub-threads Reddit são dedicados a decodificar significados ocultos em músicas e decifrar pistas em cada peça de mídia que a banda lança. Há muitos ovos de páscoa: por exemplo, o nome completo de 'Nico' da música 'Nico e os Niners' - um grande inimigo - é Nicolas Bourbaki, que é o pseudônimo coletivo para os cientistas que inventaram a notação de zero - o ø usado na marca de twenty one pilots.
Musicalmente, eles são igualmente pouco convencionais: uma geração Spotify pós-gênero mistura de estilos que facilmente se exercitam através do rap, reggae, R&B, prog, electro-pop, indie - basicamente, eles voltaram a mão para tudo “Canto da garganta mongol”. No entanto, de alguma forma, é verdade que "Blurryface" - seu quarto álbum inovador - enviou o duo estratosférico em 2015, permitindo que o baterista Josh Dun fizesse seus backflips de marca regristrada nos maiores palcos do mundo.
Nos bastidores da arena, os assistentes [de palco] estão montando a elaborada e visualmente espetacular produção de Bandito, que envolve um carro em chamas, e dublê [de corpo] que permitem que um Tyler vestido de capuz desapareça e reapareça, como Houdini, no meio da música, em diferentes partes da arena.
Versões de brinquedos peludos do Ned - o personagem CGI gremlin que eles introduziram recentemente no vídeo "Chlorine" - sobre os alto-falantes. Quando nós primeiro pegamos um vislumbre de Josh - conhecido por suas acrobacias - ele está tocando bateria de ar e fazendo piruetas no ar para suas próprias músicas. Mais tarde, ele e Tyler brigam com os aspiradores de pó que estão sendo usados ​​para aspirar o palco.
Mas eles têm foco de laser. Na música de "Trench", "Bandito", Tyler canta: "Eu criei este mundo para poder sentir algum controle", e você acha que isso se estende a todos os aspectos da banda. Sua pequena equipe de proteção vem de sua cidade natal, Columbus, e tudo o que a NME faz com a banda acontece sob o olhar atento de seu círculo íntimo.
Durante nosso bate-papo de 70 minutos, o gerente da turnê está parado na porta do camarim, aumentando a sensação de que você pode ser transportado para um bunker, emergindo meses depois, reprogramado e enrolado em uma fita adesiva amarela.
Felizmente, a banda é charmosa e solícita. O principal compositor, Tyler, vacila de ser intenso a imbecil ("Nós passamos tanto tempo juntos, eu sinto que sei tudo sobre John", ele brinca com Josh).
Quando ele está dizendo algo revelador, evita o contato visual. Josh é seu lastro lúdico, tendendo a sentar em silêncio e participar apenas quando há uma piada. Nem xinga - nem sequer uma vez. Tendo vindo direto de uma sessão de autógrafos do HMV, Tyler está preocupado com sua voz. "Eu tentei não falar com nenhum deles, mas não posso evitar", diz ele. "Eu fico tipo: 'Muito obrigado por ter vindo, de onde você veio?'"
Eles parecem ser tocados pelos extremos aos quais seus apoiadores foram. Do lado de fora, os fãs até se agitaram vestidas como "bispos" em roupas vermelhas enquanto na Rússia, roupas de banana apareceram na multidão - uma piada sobre como Tyler e Josh, ambos com 30 anos, têm aversão à fruta.
"Nós fornecemos apenas alguns pedaços da inspiração, mas eles são os únicos que se tornaram o motor da coisa toda", diz Tyler. Além de Tyler uma vez "ficar na fila por oito horas, quando The Killers tocou minha cidade natal", nenhum deles foi a extremos extraordinários para seus grupos favoritos. “Nós desejamos que o nível de cultura dos fãs estivesse por perto quando éramos mais jovens”, observa Josh. "Porque muitas dessas histórias sobre como essas pessoas se conheceram e como elas se tornaram melhores amigas quando estão esperando na fila por horas e dias são inspiradoras e legais."
"Blurryface" tornou-se o primeiro disco da história a ter cada uma das músicas certificadas pelo menos em ouro. Quando eles colecionaram o Grammy em 2017 para Melhor Performance de Pop Duo / Grupo para o single "Stressed Out" (batendo Rhianna e Drake, e Sean Paul - um homem que os descreveu como "o novo Nirvana"), eles tiraram seus boxers em o caminho para o palco, lembrando-se de como uma vez eles assistiram ao show de premiação em suas calças em Columbus e disseram: 'Se algum dia ganharmos um Grammy, deveríamos recebê-lo assim'.
É indicativo de sua ambição. Tendo formado Twenty One Pilots como um trio na universidade em 2009, Tyler recrutou Josh e perdeu dois membros em 2011. “Desde o início, tínhamos grandes visões e sonhos de onde queríamos estar, então nada nos pegou de surpresa”, diz Josh , imperturbável. "O que seria mais surpreendente para as pessoas é quantas vezes nos olhamos e dissemos: 'Sim, é exatamente isso que imaginamos e o que vimos'.
Durante o ciclo "Blurryface", eles se lembram de vender pequenos clubes, teatros e arenas no mesmo ano. "Quando você diminui o zoom, você pode pensar: 'Ah, isso foi muito louco'", diz Josh. "Mas nós estávamos em turnê desde 2011 tocando em shows todas as noites, então você está perto demais para perceber isso. É como quando seu tio, que não o viu por um ano, chega e diz: "Você ficou muito alto".
As coisas mudaram, no entanto. Questionado sobre quem é o contato mais famoso em seu telefone, Tyler passa pela sua lista de contatos antes de parar em Chris Martin ("Isso é incrível de dizer em voz alta", ele ri) - o vocalista do Coldplay certa vez deixou uma mensagem de voz sobre a banda. Josh responde: Eu cresci ouvindo uma tonelada de Blink [182], então pensar que nos últimos anos eu me tornei amigo de Mark [Hoppus], é surreal. Quando eu era adolescente, eu nunca teria imaginado que iria trocar mensagens com ele.
Em outubro, quando lançaram 'Trench' - após um apagão de um ano sem envolvimento de mídias sociais ou shows, e uma trilha secreta para os fãs seguirem levando ao seu anúncio - ele só foi derrotado nas paradas por Lady Gaga e Bradley Cooper, com ‘Nasce Uma Estrela'.
Você pode argumentar que é igualmente cinematográfico: as pessoas sugeriram a Tyler que eles deveriam expandir suas promessas distópicas em um longa-metragem. "A intenção nunca foi, 'vamos escrever um disco que tenha força suficiente para se transformar em uma série da Netflix', mas é legal saber que criamos algo com substância suficiente para sabermos que essa pergunta está sendo feita", ele nega.
Além disso, embora camuflada na fantasia, e a mitologia Dema, com suas referências a religiões antigas como o zoroastrismo, "Trench" é, na verdade, uma dissertação sobre saúde mental do final de vinte anos. Nas composições, como nas conversas, Tyler diz suas coisas mais interessantes quando ele não olha nos seus olhos.
Tendo a narrativa preparada “durante anos”, ele tentou introduzi-la em “Blurryface”, cujo personagem principal é uma personificação de sua ansiedade e insegurança. Durante esse tempo, ele até se apresentou com as mãos e o pescoço revestidos de tinta preta - para representar o aperto tóxico de sua ansiedade. A maneira como ele descreve "Trench" é semelhante a um mapa psicanalítico do Google.
"É sobre usar a arte de contar histórias para entender melhor um problema muito menos fantástico que está navegando em sua própria psique e dando a ela um destino e lugares que você deve e não deve ir e os personagens que deve evitar. E isso pode ser encontrado dentro da luta de cada pessoa ”, diz Tyler.
"É interessante que 'Blurryface' - onde criei um personagem que representa tudo o que eu não gostei de mim mesmo e tudo o que estou tentando superar coincidentemente foi o álbum que realmente aconteceu para nós", continua ele. “O fato de sermos forçados a revisitá-lo todas as noites é uma lição valiosa em suas próprias inseguranças pessoais: você trabalha com isso, tenta superá-lo, mas nunca é algo que você pode simplesmente deixar de lado e se separar”.
Um trio de músicas em "Trench", Tyler se vê totalmente demitido e existe "fora da mitologia da série Netflix", como ele diz. 'Smithereens' é uma canção de amor bonitinha, dirigida por ukulele para sua esposa, Jenna Black, com quem ele se casou em 2015. 'Legend', entretanto, é uma homenagem ao seu avô, Bobby, que apareceu na capa do álbum de 2013 'Vessel 'ao lado do avô de Josh. Ele começou a escrever a faixa quando a demência de Bobby começou, mas seu avô faleceu em Março do ano passado, antes que pudesse ouvi-la.
Tyler: “Eu menciono nas letras: 'Eu gostaria que ela tivesse te conhecido.’ E eu estou falando da minha esposa, porque quando ela começou a aparecer, ele ficou pior. Ele costumava ser tão espirituoso e iluminava um quarto e mudava a dinâmica social de qualquer situação, e há centenas e centenas de histórias clássicas, mas quando ela chegou, ele estava indo depressa. Ele era imprevisível, não lembrava os nomes das pessoas, o que era um novo tipo de dor.”
Seus olhos parecem lacrimejar. “Meu pai me contou um momento no final - onde ele se lembrava do meu nome - e perguntou: 'O que o Tyler está fazendo?'. Ele sempre perguntava e meu pai tentava explicar: "Ele está em uma banda, toca música". E ele disse: "Bem, eu quero ouvir uma música".
E isso foi antes de eu escrever qualquer coisa para "Trench". Meu pai está dirigindo o carro e ele continua insistindo: "Bem, eu quero ouvir uma música!". E meu pai não tinha nenhuma música no carro. Por puro desespero, ele liga o rádio e agita o dial algumas vezes e uma de nossas músicas está ligada e ele pode dizer: "Lá - aí está ele e esta é a sua música".
“E assim, de uma maneira estranha, você pode pensar em todo o sucesso e reconhecimento que tivemos, foi apenas para preencher uma pequena história onde meu pai foi capaz de mostrar ao meu avô a música que eu escrevi naquele momento no rádio."
Em ‘Neon Gravestones’, tipo Post Malone, Tyler corre contra a alegoria de alguém tirando a própria vida de alguma forma "glamourosa" em vez de uma tragédia, cantando: "Na minha opinião, / Nossa cultura pode tratar uma derrota / Como se fosse uma vitória”, E a fetichização irresponsável do Clube 27 (“ Eu poderia desistir e aumentar minha reputação / eu poderia sair com um estrondo / Eles saberiam o meu nome”).
"Eu estava com medo dessa música", diz Tyler. “Então, essa música é muito preta e branca. Eu trabalhei duro em cada pronome. Porque eu sabia que era um assunto delicado, a última coisa que eu precisava era que alguém entendesse mal o que eu estava tentando dizer. Eu estava com medo de não me esconder atrás da metáfora. Eu entendo que há riscos em ser mal interpretado ou deturpado. Há uma chance absoluta de ofender as pessoas ou parecer desonra, mas eu realmente queria focar nas pessoas que estão aqui para ouvir. Eu queria apontar algo que gostaria de ouvir quando estiver passando por esses pensamentos.”
Tyler aplaude a nova geração de artistas falando abertamente sobre sua saúde mental e desabilitando o estigma. "Eu acho que nossa cultura, quando se trata de suicídio e depressão, deu um grande salto", diz ele. “Estou tão orgulhoso de que a música tenha liderado a capacidade de falar sobre isso tão abertamente, e falar sobre isso é muito importante. Então, de certa forma, eu realmente sinto que há um grande lado disso que tem sido coberto com "vamos falar sobre isso, tipo, você não é louco, não há nada de errado em apenas olhar quantas pessoas passam por isso".
"Trench" culmina com a abrangente "Leave The City", que Tyler descreveu como uma "crise de fé". Tanto ele como Josh foram criados em lares religiosos. O pai de Tyler era o diretor da escola cristã que ele freqüentava; quando Josh era mais jovem, a maioria da música secular foi banida, deixando-o para esconder contrabando de álbuns do Green Day debaixo da cama.
"Um dos equívocos é por causa de onde estamos e do que conquistamos - e porque as pessoas acham que temos um estilo de vida de rock louco - que aprendemos que não precisamos mais de Deus", explica Tyler. "E não é isso."
“Eu sou o tipo de pessoa que precisa desafiar tudo e minha fé é algo que eu sempre passei por temporadas fortemente desafiadoras e uma vez que eu coloquei em teste e vi o que é, eu sou capaz de aceitar isto. Durante 'Trench', houve momentos específicos em que você conseguiu ver onde eu estava em minhas temporadas de desafio e re-aceitação - e eu definitivamente estava passando por um momento desafiador. ”
“A questão é: preciso de Deus? A verdade é que não tenho resposta para isso alguns dias. Alguns dias eu tenho, e porque eu escrevo músicas, eu escrevo letras - você vai me ver entender. Não posso deixar de abordar esses tipos de perguntas porque é por isso que comecei a escrever músicas em primeiro lugar. ”
Essas grandes questões estão à espreita sob o capô de um carro muito brilhante. A razão pela qual twenty one pilots provaram ser tão bem sucedidos comercialmente é porque as próprias canções transbordam de ganchos. Você não precisa saber que "Leave The City" envolve uma crise existencial - ou exige um guia turístico para Dema - para aproveitar o fato de soar como M83 produzindo My Chemical Romance em sua pompa da Black Parade.
O que não pode ser exagerado é o quão divertido é o espetáculo ao vivo de Twenty One Pilots. Hoje à noite, eles se abrem com Josh segurando uma tocha acesa, incendiando um carro, e assistindo a fusileantes de shows de mágica de Vegas, kits de bateria de multidões, homens vestidos de Hazmat borrifando névoa na platéia, confetes e uma competição para encontrar o melhor pai dançarino.
Não é surpresa que Tyler diga que ele é competitivo: como alguém que já foi oferecido uma bolsa de basquete, pode ser. Coloque-o com outra banda e é como hamsters compartilhando uma jaula.
Quando eles assinaram com o emo-citadel Fueled by Ramen - lar dos amigos Paramore e Panic! At The Disco - Pete Wentz do Fall Out Boy levou-os sob sua asa para martelar isso fora deles. "Ele nos mostrou como ser bons irmãos", diz Tyler. "Quando começamos a tocar localmente, você estaria na lista com outras nove bandas. Você queria que eles explodissem, então você viria e roubaria o show. Quando saímos em turnê como o ato de abertura do Panic! e Fall Out Boy, nós tínhamos a mesma mentalidade, mas Pete disse: "Veja todas aquelas pessoas lá fora - vá e faça fãs".
"E eu nunca percebi...", diz ele com total sinceridade e sem nenhum traço de hipérbole em sua voz - "as pessoas poderiam ser fãs de mais de uma banda. Mas estaríamos mentindo se disséssemos que a vantagem competitiva desapareceu completamente. Queremos ser os melhores - e manter todos os outros afastados”.
Enquanto "Trench" foi escrito principalmente por Tyler em seu estúdio no porão em Columbus e enviado para Josh (que agora vive em Los Angeles), seu acompanhamento está sendo escrito na estrada. Ele irá aprofundar ainda mais no folclore de twenty one pilots. "Há um personagem sobre o qual não se fala que desempenha um grande papel e é provável que este seja o próximo passo", diz Tyler.
Josh, por sua vez, tem um casamento para se preparar, tendo se comprometido com a ex-aluna do Disney Channel, Debby Ryan, em Dezembro. Ele brinca que entrará na igreja com solos de bateria. Mas o que há em ambas as mentes é o final da turnê no Reino Unido - estrelando no Reading e Leeds em Agosto.
“Reading & Leeds é um dos primeiros festivais que assistíamos quando nos conhecíamos”, diz Tyler. “Nós assistíamos a vídeos na internet. Nos concentramos nesse programa há meses, no que a produção vai ser.”
Tyler olha para os sapatos, frustrado consigo mesmo. "Não consigo expressar exatamente como isso é importante, mas estamos muito animados em poder provar que esse é o lugar onde pertencemos. Nem todo mundo está lá na platéia para ver você e você tem que conquistá-los, você tem que trabalhar duro para eles. Há outras bandas tentando se destacar e estamos prontos para tirar a cabeça deles.”
Resistência - liderada por bandidos ou não - é fútil.
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2018.08.12 00:07 Luc1ano5antana Quando eu fui atrás da "cura gay"

Isso aconteceu em 2016. Eu estava péssimo, me sentia sujo, um pecador (mesmo não sendo religioso) e chorava muito escondido. Todo esse mal estar eu tentava esconder, vez ou outra alguém me via mal. Minha mãe achava que era príncipio de depressão por outro motivos como solidão e falta de auto-estima e assim deixei ela pensar que fosse... dai então ela me falou de um pai de santo que sabia prever tudo e resolver os problemas das pessoas e perguntou se eu tinha interesse em ir nele. Tempo depois eu fui. A casa dele era no meio do nada, feita de barro e cheia de pessoas estranhas. Tive que tomar um banho de água com folhas antes de entrar na casa dele e ele cantou, gemeu e dançou algumas coisas. Tinha mais pessoas comigo para ser "atendidas" e eu estava muito nervoso. Eu só pensava que se eu tivesse que falar meu "problema" na frente de todos eu não conseguiria, e voltaria pra casa do mesmo jeito e eu não queria isso. Depois de passae um pano em mim e balançar ele no ar com força (ele dizia tirar as coisas ruins) o pai de santo, já com a entidade habitando nele, pega no meu ombro e sem eu falar nada ele me diz "Calma amigo, eu sei que quer falar comigo a sós, e assim iremos" eu fiquei em choque. E ao mesmo tempo tão feliz. Passei a me tremer mais ainda. Esperei muito, demorei pra ser atendido. Na minha vez eu fiquei sozinho com o cara. Senti algo estranho. Ele falou que sabia o que eu sentia e que podia dar jeito nisso. E eu ainda perguntei "o que eu sinto?" E ele respondeu"Cê não gosta de fêmea" fiquei envergonhado de admitir mas balançei a cabeça em positividade. Segundo ele, eu era assim porque eu e todo mundo temos dois guias, um homem e uma mulher, e um deles sempre tem mais controle sobre a pessoa, mas no meu caso a mulher estava na frente. Mas ai veio o problema, ele passou a falar de coisas e problema que eu não tinha. Que sabia que eu sofria de fortes dores na coluna e que eu queria esquecer a pessoa que eu gostava, coisas que eu não passei, fiquei com vergonha e ate mesmo um certo medo de negar isso tudo e só concordei com o que ele falava. Sai de lá com a recomendação de voltar com alguns materiais que ele iria fazer algo para me tornar "normal". Pedi sigilo total e sai... eu queria chorar muito. Não acreditei no que ele falou, até porque falou coisas que eu não tinha.. pela lógica ele não poderia me ajudar. A propaganda toda que minha familia e mãe fizeram foi enganosa, porque eu sinto que ele era charlatão. Não estou falando mal da religião em si, mas sim dele. O cara era charlatão... fui pra casa chorando e não consegui esconder da minha familia mimha tristeza, mas só falei que ele me falou coisas que eu não queria ouvir mas que iam me ajudar. Acabei falando que eu não queria voltar e que não iria falar mais sobre o assunto.
Hoje eu percebo o quanto era besteira essa busca pela "cura". Me aceito mais hoje em dia, mesmo ainda tendo problemas algumas vezes. E na hora que ele me falou em "mudar o que sou" me deu muito medo. Porque eu sou eu porque sou assim da forma que sou. Era só isso, obrigado a quem leu.
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8 MENSAGENS OCULTAS E MISTERIOSAS NOS SIMPSONS QUE FAZEM TODO SENTIDO Caixa de ar do Radiador, gol quadrado Ark survival Evolved - Como iniciar bem - Ferramentas básicas - Ep 01 Como colocar um site no ar 3 coisas que você precisa saber ... RBS TV Santa Catarina Saindo do Ar (14/09/2015) COISAS ESTRANHAS VIERAM JUNTO COM A NOVA ATUALIZAÇÃO DO CLASH ROYALE... ♠AQW♠ Dicas para iniciantes 1# Eu Não estou voltando pro YouTube Passat Dacon Targa vídeo 71 COMPRAS NO PARAGUAI 2018 - CELL SHOP

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Galera, vim dar um oi pra vocês. Explicar algumas coisas que ficaram no ar todo esse tempo. Agradeço muito pelo carinho lindo que sempre encontro aqui! Eu amo vocês! Esse vídeo foi gravado na cell shop no paraguai! tem apenas algumas coisas que a loja oferece. Ela conta com mais ou menos 5 andares, cheias de produtos e variedades. Como setor de maquiagem ... Ultimamente as manutenções da RBS de SC tão 'interessantes'. Dessa vez, vazou algumas coisas como a redação (vazia) e o sinal da Globo, além de, realmente, ter saído do ar. No começo ... Clash Royale no Canal do San! Neste vídeo jogo a nova atualização do Clash Royale e percebo algumas coisas estranhas acontecendo... INSCREVA-SE NO MEU CANAL ... Nesse vídeo eu mostrei pra vocês iniciantes do aqw algumas coisas que podem lhes ajudar no início, se quiserem ver essa série crescer, talvez se tiver um bom feedback, nos próximos vídeos eu ... Esquema de caixa de ar do radiador do gol quadrado, evita que o ar quente gerado pelo motor estre em circulação no radiador, dificultando o resfriamento do liquido de arrefecimento. No primeiro vídeo da série de Ark Survival Evolved Guia do sobrevivente vamos aprender sobre as ferramentas básicas do jogo e algumas dicas sobre como iniciar o bem sua aventura. Ar condicionado do santana quantum 88 no passat dacon, é quase plug and play, mas tivemos que alterar algumas coisas! nesse vamos mostrar algumas mensagens e coisas que você viu em os Simpsons mão não entendeu e muitas vezes passou despercebidos. ----- Siga-me nas minhas redes sociais: ----- LOCUÇÃO ... Hoje você vai aprender Como colocar um site no ar, veja as 3 coisas que você precisa saber para fazer um site funcionar perfeitamente. LEIA MAIS… -------- Cu...